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Crise no mundo árabe

Iniciadas em janeiro, manifestações se espalham em países da África e do Oriente Médio; os ditadores de Tunísia, Egito e Líbia já caíram

  • Imagem: Ahmad Al-Rubaye/ AFP

Imagens sintetizam os protestos pelo mundo árabe

As imagens comuns da onda de protestos pelo mundo árabe

15/04/2011

Informações sobre o álbums
  • editoria:Geral
  • galeria: Imagens sintetizam os protestos pelo mundo árabe
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Fotos
Tunísia, Egito, Líbia, Síria, Iêmen, Bahrein, entre outros países, enfrentam desde o iníco do ano uma onda de revoltas populares pedindo a queda dos atuais governantes. Bandeiras gigantes, tanques nas ruas, praças lotadas são algumas das cenas mais frequentes nas manifestações realizadas nesses países Arte UOL Mais
Simpatizantes dos regimes
<b>Simpatizantes dos regimes</b> - Os regimes contestados nos países árabes não foram tomados apenas com protestos antigovernos. Vários simpatizantes do governo no poder nesses países também foram às ruas, ostentando imagens do governante e, em alguns casos, entrando em conflito com opositores Mais
Bandeiras gigantes
<b>Bandeiras gigantes</b> - Outra forma que os manifestantes utilizaram com frequência em protestos contra regimes autoritários foi cobrir literalmente parte da marcha com bandeiras gigantes do país Mais
Manifestantes com a bandeira do país em pontos altos
<b>Manifestantes com a bandeira do país em pontos altos</b> - Nos países árabes que enfrentam protestos contra o governo, os manifestantes adotaram como prática corriqueira pendurar a bandeira do país em pontos altos, como topos de postes, semáforos ou monumentos, na região onde as manifestações ocorriam Mais
Crianças
<b>Crianças</b> - Fato curioso é a presença de bebês e crianças de colo nos protestos no mundo árabe, mesmo em um ambiente que não é considerado totalmente seguro. Algumas conseguiram até dormir em meio às manifestações Mais
Bonecos dos políticos enforcados
<b>Bonecos dos políticos enforcados</b> - Para simbolizar o desejo de tirar os líderes do poder, em alguns protestos foi realizado um enforcamento simbólico dos ditadores, representados por bonecos de pano ou papelão Mais
Charges
<b>Charges</b> - Em países onde a liberdade de expressão ainda não é plena e criticar o governo pode ser interpretado como crime, uma onda de charges e caricaturas ironizando os governantes ganhou espaço durante os protestos Mais
Confrontos nas ruas
<b>Confrontos nas ruas</b> - Forças de segurança e manifestantes entraram diversas vezes em confrontos nos principais pontos de concentração dos protestos. Enquanto os manifestantes usavam pedras e coquetel molotov, os policiais tentavam repreender os opositores usando gás lacrimogêneo. Algumas situações ficaram mais violentas, havendo disparos de tiros e explosões mais graves Mais
Funerais
<b>Funerais</b> - Os cortejos das vítimas dos confrontos entre manifestantes e forças de segurança misturavam-se aos protestos; em alguns, os mortos foram tratados como verdadeiros mártires Mais
Go out
<b>Go out</b> - Com a cobertura da imprensa internacional e a disseminação da informação dos protestos nesses países pela internet, a frase em inglês "go out" (saia, em português), se espalhou pelos países do norte da África e pelo Oriente Médio durante manifestações contra os governos e deu um toque mais global aos protestos locais Mais
Mulheres nos protestos
<b>Mulheres nos protestos</b> - A participação das mulheres na onda de protestos no mundo árabe chama atenção, o que faz alguns analistas especularem sobre a possibilidade de uma mudança no papel da mulher na sociedade desses países Mais
Mural das vítimas
<b>Murais em homenagem aos mortos</b> - A maioria das manifestações não foi pacífica. Confrontos mais violentos entre os opositores e forças de segurança ocorreram inúmeras vezes, e as vítimas fatais foram lembradas em murais montados em diversos espaços públicos Mais
Orações
<b>Orações</b> - Às sextas-feiras, dia sagrado no islamismo, os muçulmanos devem realizar a oração ao meio-dia. Durante os protestos contra os governos, o ritual não foi interrompido, mas se tornou um catalizador para iniciar um novo dia de protestos, aproveitando a reunião de parte dos opositores do regime. As praças onde os manifestantes permaneciam aglomerados tornaram-se palco de orações Mais
Praças e ruas tomadas
<b>Praças e ruas tomadas</b> - As praças principais de países como o Egito e Bahrein tornaram-se símbolo dos protestos no mundo árabe. Cada país teve o seu local estratégico, onde os manifestantes organizavam reuniões e atos. A praça Tahrir, no Cairo, por exemplo, tornou-se um dos principais símbolos da revolta popular do mundo árabe Mais
Obama e EUA
<b>Referências a Obama e aos EUA</b> - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi lembrado durante as manifestações, em certos casos, como Egito e Líbia, em protesto contra as boas relações dos EUA com alguns países árabes governados por regimes ditatoriais Mais
Caras pintadas
<b>Caras pintadas</b> - Dezenas de jovens pintaram o rosto com as cores das bandeiras de seus países para irem às ruas protestar contra os governos autoritários Mais
Tanques nas ruas
<b>Tanques nas ruas</b> - A presença das forças de segurança é uma constante em protestos nos países árabes, mas em cada país eles tiveram uma atuação. No Egito e na Tunísia, ficaram do lado dos manifestantes, evitando confrontos muito violentos, como os vistos em países como Síria, Líbia, Iêmen, onde as forças de segurança reprimiram com violência os protestos Mais
Vitória
<b>"V" de vitória</b> - Manifestantes fazem o "V", sinal da vitória, durante os protestos contra os governos Mais

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