Informações sobre o álbums
  • editoria:
  • galeria:
  • link: http://noticias.uol.com.br/album/2013/04/06/entenda-o-massacre-do-carandiru.htm
  • totalImagens: 73
  • fotoInicial: 68
  • imagePath:
  • baixaResolucao: 0
  • ordem: ASC
  • legendaPos:
  • timestamp: 20130406060000
    • julgamento do Carandiru [71640];
    • aplicativo notícias [55626];
Fotos
A rebelião teve início com uma briga de presos no Pavilhão 9 da Casa de Detenção em 2 de outubro de 1992. Muitos detentos não perceberam o início da confusão, pois um campeonato interno de futebol estava sendo realizado João Wainer Mais
Cento e onze detentos morreram na ação e 87 ficaram feridos. Nenhum dos 330 policiais que participaram da ação ficou ferido Niels Andreas/Folhapress Mais
Corpos de presos mortos no massacre do Carandiru são enfileirados em sala do IML (Instituto Médico Legal) em outubro de 1992. O Tribunal de Justiça de São Paulo marcou o julgamento do caso para o dia 8 de abril de 2013, quando 26 réus serão julgados sobre a ação policial que resultou em 111 mortes Sergio Andrade/Folhapress Mais
Pessoas se aglomeram em frente à Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru, em 5 de outubro de 1992, três dias após operação policial que deixou 111 presos mortos Luiz Novaes/Folhapress Mais
Movimento na Casa de Detenção do Carandiru. Presos do pavilhão 9 passam número de telefone para duas mulheres do lado de fora do presídio Evelson de Freitas / Folha Imagem Mais
Detento do pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru mostra livro sobre direitos humanos Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais
O ex-governador Luiz Antonio Fleury Filho deixa o prédio da Justiça Militar onde depôs, em 1996, sobre a morte dos 111 presos durante o massacre do Carandiru. Fleury que era o Governador de São Paulo à época (1992), chegou a ser deputado federal e hoje está sem cargo público Ormuzd Alves/Folhapress Mais
Em 2 de outubro de 1992, o coronel Ubiratan Guimarães chefiou a operação policial que deixou 111 presidiários mortos no massacre do Carandiru. Ele chegou a ser condenado inicialmente a 632 anos de prisão, mas recorreu à decisão e foi absolvido em 2006. Até hoje, nenhum dos envolvidos foi julgado ou preso Luiz Novaes/Folhapress Mais
O coronel Ubiratan Guimarães presta depoimento em 1992 no quartel da Polícia Militar, em São Paulo. Ele assumiu a responsabilidade pela invasão do pavilhão 9, no dia 2 de outubro de 1992, que resultou na morte de 111 presos. Ubiratan foi eleito deputado estadual em 2002 e, quatro anos depois, foi assassinado. A principal suspeita, à época, foi a advogada Carla Cepollina, que mantinha um relacionamento com o coronel da reserva. Cepollina foi absolvida da acusação de homicídio em 2012 Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais
Coronel Ubiratan Guimarães concede entrevista em 2001. Ele chefiou a operação policial que em 1992 deixou 111 presos mortos durante ação para debelar uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo, no Carandiru Juca Varella/Folhapress Mais
A advogada Carla Cepollina, namorada de Ubiratan Guimarães, deixa a sede do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), na região central de São Paulo, após prestar depoimento Rodrigo Paiva/Folhapress Mais
Em 2002, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acionou o botão que implodiu os pavilhões da Casa de Detenção, ao lado da mulher, Lu Alckmin, do ex-secretário de administração penitenciária Nagashi Furukawa e do ex-ministro da Justiça Paulo de Tarso Luiz Carlos Mais
Em 2002, o governador Geraldo Alckmin, acionou o botão que implodiu os pavilhões da Casa de Detenção, ao lado da mulher, Lu Alckmin, do ex-secretário de administração penitenciária Nagashi Furukawa e do ex-ministro da Justiça Paulo de Tarso Luiz Carlos Mais
Os pavilhões 2 e 5 da antiga Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru (Zona Norte) em 17 julho de 2002, às 11h, após a implosão que contou com 200 kg de explosivos e demoliu os dois predios, para dar lugar ao Parque da Juventude Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem Mais
Os pavilhões 2 e 5 da antiga Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru (Zona Norte) em 17 julho de 2002, às 11h, após a implosão que contou com 200 kg de explosivos e demoliu os dois predios, para dar lugar ao Parque da Juventude Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais
Momento em que o pavilhão 8 da Casa de Detenção do Carandiru é implodido, em São Paulo, em 2002. O maior presídio da América Latina tinha mais de 7.000 presos. Em seu lugar, foi construído o Parque da Juventude Jonne Roriz/Pool Mais
Três pavilhões do Complexo do Carandiru, em São Paulo, foram implodidos em 2002. A implosão durou sete segundos e ocorreu dez anos após o massacre no qual morreram 111 presos. O maior presídio da América Latina tinha mais de 7.000 detentos Angelo Perosa/Pool Mais
Manifestantes protestam, em 2006, com cartazes com os nomes dos presos mortos no massacre do Carandiru, no Palácio da Justiça, em São Paulo (SP). Os manifestantes protestavam contra a absolvição do coronel da reserva da PM Ubiratan Guimarães. O ato contou com a participação do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) Tuca Vieira/Folhapress Mais
Depois do enterro, em setembro de 2006, policiais militares em carro da corporação vigiam a sepultura do deputado estadual e coronel da reserva da Polícia Militar Ubiratan Guimarães no cemitério do Horto Florestal, na zona norte de São Paulo Antônio Gaudério/Folhapress Mais
Parentes de vítimas e membros de entidades de direitos humanos pedem a condenação do coronel Ubiratan Guimarães em frente ao fórum onde ele era julgado, em 2001. "O massacre do Carandiru é símbolo da convergência de duas políticas do Estado que ainda vigoram: a política de extermínio e de encarceramento em massa da população mais pobre e periférica", diz Rodolfo Valente, da Pastoral Carcerária Juca Varella/Folhapress Mais
Em 2006, manifestantes protestaram em frente ao Tribunal de Justiça, em São Paulo, enquanto o coronel Ubiratan Guimarães prestava depoimento. Ubiratan foi o chefe da operação policial que em 1992 deixou 111 presos mortos no massacre do Carandiru Fernando Donasci/Folhapress Mais
Manifestante mostra foto de vítima da violência durante o 2º desfile do Cordão da Mentira, que percorreu as principais ruas do centro de São Paulo em setembro de 2012. O ato aconteceu três dias antes do aniversário de 20 anos do Massacre do Carandiru e questionou a falta de políticas públicas para população de baixa renda em toda a cidade Anderson Barbosa/Fotoarena/AE Mais
Movimentos sociais e a Pastoral Carcerária realizam ato na praça da Sé em outubro de 2002, no centro de São Paulo, para relembrar o massacre do Carandiru, que completou 20 anos à época Marcelo Camargo/ABr Mais
David Oreste, sobrevivente do massacre do Carandiru, participa de ato realizado por movimentos sociais e Pastoral Carcerária, na praça da Sé, no centro da capital paulista, para relembrar o dia em que o assassinato de 111 presos completa 20 anos Marcelo Camargo/ABr Mais
Integrantes da Pastoral Carcerária, de movimentos sociais e de associações de defesa dos direitos humanos realizaram ato ecumênico na catedral da Sé, centro de São Paulo e outubro do ano passado, em memória aos 20 anos do massacre do Carandiru, quando 111 detentos do foram mortos Anderson Barbosa/Fotoarena/AE Mais
Em 2007, o governo do Estado de São Paulo concluiu as obras do Parque da Juventude, no mesmo terreno onde ficavam os pavilhões implodidos da antiga Casa de Detenção. O complexo conta com quadras poliesportivas, uma biblioteca e uma escola técnica Apu Gomes/Folhapress Mais
Em 1999, o médico Drauzio Varella relatou suas experiências como voluntário em um programa de prevenção contra a Aids no presídio. "Estação Carandiru" levou o Prêmio Jabuti de 2000 como o livro do ano, e vendeu mais de 500 mil exemplares até 2012 Divulgação Mais
Os atores Ivan de Almeida (à esq.) e Milhem Cortaz em cena de "Carandiru", filme dirigido por Hector Babenco e adaptado do livro "Estação Carandiru", de Drauzio Varella. Em 2003, o longa levou mais de 3 milhões de pessoas aos cinemas Divulgação Mais
Cena do documentário "O Prisioneiro da Grade de Ferro", do cineasta Paulo Sacramento. O filme explora o dia a dia dos presos no extinto complexo penitenciário do Carandiru e faturou o festival "É Tudo Verdade" de 2003 nas categorias Melhor Documentário Nacional e Internacional Divulgação Mais
8.abr.2013 - Mais de 20 anos após o massacre do Carandiru, 26 policiais militares acusados de assassinato começam a ser julgados nesta segunda-feira (8), no Tribunal do Júri. Na foto, de gravata vermelha, o juiz do Fórum de Santana (zona norte de SP), José Augusto Nardy Marzagão, designado para o caso Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Mais de 20 anos após o massacre do Carandiru, 26 policiais militares acusados de assassinato começam a ser julgados nesta segunda-feira (8), no Tribunal do Júri Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Serão julgados a partir de hoje 26 policiais militares de um grupo de 28 (dois acusados já morreram). Eles respondem por 15 assassinatos ocorridos no segundo pavimento do pavilhão nove. Desse grupo, cerca de um terço permanece trabalhando na polícia. A maioria já está aposentada Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - A advogada dos réus, Ieda Ribeiro de Souza, se posta no Fórum Criminal da Barra Funda, no primeiro dia do julgamento Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Cento e uma cruzes foram colocadas na manhã desta segunda-feira (8), em frente ao largo São Francisco, no centro de São Paulo, por alunos da Faculdade de Direito da USP, em lembrança aos mortos do massacre do Carandiru, ocorrido há 20 anos, onde morreram 101 presos. Previsto para começar nesta segunda-feira, o julgamento dos 26 policiais, acusados de assassinar 15 dos 101 presos mortos no dia 2 de outubro de 1992, foi adiado após uma das juradas passar mal Renato S. Cerqueira/Futura Press Mais
8.abr.2013 - Cento e uma cruzes foram colocadas na manhã desta segunda-feira (8), em frente ao largo São Francisco, no centro de São Paulo, por alunos da Faculdade de Direito da USP, em lembrança aos mortos do massacre do Carandiru, ocorrido há 20 anos, onde morreram 101 presos. Previsto para começar nesta segunda-feira, o julgamento dos 26 policiais, acusados de assassinar 15 dos 101 presos mortos no dia 2 de outubro de 1992, foi adiado após uma das juradas passar mal Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Cento e uma cruzes foram colocadas na manhã desta segunda-feira (8), em frente ao largo São Francisco, no centro de São Paulo, por alunos da Faculdade de Direito da USP, em lembrança aos mortos do massacre do Carandiru, ocorrido há 20 anos, onde morreram 101 presos. Previsto para começar nesta segunda-feira, o julgamento dos 26 policiais, acusados de assassinar 15 dos 101 presos mortos no dia 2 de outubro de 1992, foi adiado após uma das juradas passar mal Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Cento e uma cruzes foram colocadas na manhã desta segunda-feira (8), em frente ao largo São Francisco, no centro de São Paulo, por alunos da Faculdade de Direito da USP, em lembrança aos mortos do massacre do Carandiru, ocorrido há 20 anos, onde morreram 101 presos. Previsto para começar nesta segunda-feira, o julgamento dos 26 policiais, acusados de assassinar 15 dos 101 presos mortos no dia 2 de outubro de 1992, foi adiado após uma das juradas passar mal Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Cento e uma cruzes foram colocadas na manhã desta segunda-feira (8), em frente ao largo São Francisco, no centro de São Paulo, por alunos da Faculdade de Direito da USP, em lembrança aos mortos do massacre do Carandiru, ocorrido há 20 anos, onde morreram 101 presos. Previsto para começar nesta segunda-feira, o julgamento dos 26 policiais, acusados de assassinar 15 dos 101 presos mortos no dia 2 de outubro de 1992, foi adiado após uma das juradas passar mal Leonardo Soares/UOL Mais
8.abr.2013 - Cento e uma cruzes foram colocadas na manhã desta segunda-feira (8), em frente ao largo São Francisco, no centro de São Paulo, por alunos da Faculdade de Direito da USP, em lembrança aos mortos do massacre do Carandiru, ocorrido há 20 anos, onde morreram 101 presos. Previsto para começar nesta segunda-feira, o julgamento dos 26 policiais, acusados de assassinar 15 dos 101 presos mortos no dia 2 de outubro de 1992, foi adiado após uma das juradas passar mal Leonardo Soares/UOL Mais
15.abr.2013 - Exterior do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, momentos antes do início do primeiro dia de julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
15.abr.2013 - Plenário do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, momentos antes do início do primeiro dia de julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
15.abr.2013 - Plenário do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, momentos antes do início do primeiro dia de julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
15.abr.2013 - Juiz José Augusto Nardy Marzagão se prepara para primeiro dia de julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
15.abr.2013 - Pilha com volumes do processo é colocada no plenário momentos antes do início do primeiro dia de julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
15.abr.2013 - Pilha com volumes do processo é colocada no plenário momentos antes do início do primeiro dia de julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
15.abr.2013 - Deputado estadual Major Olímpio Gomes, membro da comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, fala com a imprensa no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, sobre o julgamento dos 26 policiais militares acusados de envolvimento no massacre do Carandiru, na manhã desta segunda-feira (15). Na semana passada, os trabalhos foram suspensos após uma das juradas passar mal. O maior massacre do sistema penitenciário brasileiro ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando 111 detentos foram mortos e 87 ficaram feridos durante uma invasão policial Leandro Moraes/UOL Mais
17.abr.2013 - De acordo com um comunicado distribuído pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, um dos jurados no julgamento do massacre do Carandiru teve um mal estar pela manhã desta quarta-feira (17) e foi orientado a ficar em repouso até passar por nova avaliação médica. O juiz José Augusto Marzagão não pode iniciar as atividades do terceiro dia de julgamento no horário previsto Fernando Donasci/UOL Mais
17.abr.2013 - Jornalistas aguardam em frente ao Fórum da Barra Funda, nesta quarta-feira (17), onde é realizado o julgamento do massacre do Carandiru. De acordo com um comunicado distribuído pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, um dos jurados teve um mal estar pela manhã e foi orientado a ficar em repouso até passar por nova avaliação médica. O juiz José Augusto Marzagão não pode iniciar as atividades do terceiro dia de julgamento no horário previsto Fernando Donasci/UOL Mais
17.abr.2013 - Jornalistas aguardam em frente ao Fórum da Barra Funda, nesta quarta-feira (17), onde é realizado o julgamento do massacre do Carandiru. De acordo com um comunicado distribuído pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, um dos jurados teve um mal estar pela manhã e foi orientado a ficar em repouso até passar por nova avaliação médica. O juiz José Augusto Marzagão não pode iniciar as atividades do terceiro dia de julgamento no horário previsto Gabriela Fujita/UOL Mais
21.abr.2013 - Fernando Pereira da Silva, promotor titular no julgamento do massacre do Carandiru, fala com jornalistas ao sair do Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, onde aconteceu o júri do caso. Na ocasião, Pereira disse que a condenação de 23 réus a 156 de prisão cada pela morte de 13 detentos é a resposta que a sociedade dá ao episódio "no sentido de reconhecer que o aconteceu no pavilhão 9 no dia 2 de outubro de 1992 foi um massacre" Edson Lopes Jr./ UOL Mais
21.abr.2013 - Marcio Friggi, promotor no julgamento do massacre do Carandiru, fala com jornalistas ao sair do Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, onde aconteceu o júri do caso. Ele disse que "a justiça foi integralmente feita" com a condenação de 23 réus, e que a decisão dos jurados é uma resposta da sociedade em relação ao comportamento dos policiais no episódio de 1992 Edson Lopes Jr./ UOL Mais
21.abr.2013 - Ieda Ribeiro de Souza, que defende os 23 PMs condenados a 156 anos de prisão pelo massacre do Carandiru, em 1992, afirmou que já recorreu da decisão do Tribunal do Júri, divulgada na madrugada deste domingo (21). Em entrevista aos jornalistas logo após a leitura da sentença, no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, ela disse que viu "com muita frustração" a decisão dos jurados Edson Lopes Jr./ UOL Mais
29.jul.2013 - O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo (dir.) acompanha o julgamento de 26 policiais militares acusados pela morte de 73 presos do complexo penitenciário do Carandiru, no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Os sete componentes do corpo de jurados escolhidos são homens Alex Falcão/Futura Press Mais
29.jul.2013 - O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo preside a segunda parte do julgamento do Massacre do Carandiru, que acontece nesta segunda-feira (29) no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. Nessa etapa, 26 militares integrantes do 1º Batalhão de Choque, acusados da morte de 73 detentos no terceiro pavimento do Pavilhão 9 do antigo presídio, serão julgados pelo Tribunal do Júri Marcelo Camargo/ABr Mais
29.jul.2013 - O Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista, abriga nesta segunda-feira (29) a segunda parte do julgamento Massacre do Carandiru. Nessa etapa, 26 militares integrantes do 1º Batalhão de Choque, acusados da morte de 73 detentos no terceiro pavimento do Pavilhão 9 do antigo presídio, serão julgados pelo Tribunal do Júri Marcelo Camargo/ABr Mais
29.jul.2013 - O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo (à dir.) dá andamento à segunda parte do julgamento do Massacre do Carandiru, que acontece nesta segunda-feira (29) no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. Um total de 26 militares integrantes do 1º Batalhão de Choque, acusados da morte de 73 detentos no terceiro pavimento do Pavilhão 9 do antigo presídio, serão julgados pelo Tribunal do Júri nesta etapa Marcelo Camargo/ABr Mais
30.jul.2013 - Câmeras são posicionadas em frente ao Fórum Criminal da Barra Funda em São Paulo, nesta terça-feira (30), durante 2° dia do julgamento do massacre do Carandiru. A nova fase conta com 26 policiais no banco dos réus, dos 79 agentes acusados Alex Falcão/Futura Press Mais
Foto de arquivo do tenente-coronel e ex-chefe da Rota entre 2011 e 2012 Salvador Modesto Madia, réu no processo do massacre do Carandiru, em 1992. Ele disse em audiência do júri de 25 policiais militares acusados da morte de 73 detentos no terceiro pavimento do pavilhão 9 do Carandiru que ficou chocado com "aquele mar de mortos" e questionou o juiz Rodrigo Tellini: "O senhor acha que eu cheguei em casa e tomei um copo de sangue [para comemorar]?" Andre Vicente/Folhapress Mais
2.ago.2013 - Fernando Pereira da Silva (centro), promotor titular no julgamento do massacre do Carandiru, pediu nesta sexta-feira (02) que a justiça condene os 25 policiais militares acusados de serem responsáveis pela morte de 52 presos, durante último dia do julgamento que acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista Reprodução Mais
2.ago.2013 - O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo preside o último dia da segunda parte do julgamento do Massacre do Carandiru, que acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. A sentença deve ser divulgada na madrugada do sábado (03) Reprodução Mais
2.ago.2013 - Ieda Ribeiro de Souza (à esq.) defende os 23 PMs condenados a 156 anos de prisão pelo massacre do Carandiru. Nesta segunda parte do julgamento, que acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista, são julgados 25 PMs pela morte de 73 presos que estavam no terceiro pavimento da antiga Casa de Detenção. A sentença deve ser divulgada na madrugada deste sábado (03) Reprodução Mais
2.ago.2013 - Ieda Ribeiro de Souza (à esq.), que defende os 23 PMs condenados a 156 anos de prisão pelo massacre do Carandiru, e integrantes do júri folheiam documentos nesta segunda parte do julgamento do massacre do Carandiru, que acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. Estão sendo julgados 25 PMs pela morte de 73 presos que estavam no terceiro pavimento da antiga Casa de Detenção. A sentença deve ser divulgada na madrugada deste sábado (03) Reprodução Mais
2.ago.2013 - Plenário do Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista, onde acontece o último dia da segunda parte do julgamento do massacre do Carandiru. São julgados os 25 PMs acusados da morte de 73 presos que estavam no terceiro pavimento da antiga Casa de Detenção. A sentença deve ser divulgada na madrugada deste sábado (03) Reprodução Mais
2.ago.2013 - Ieda Ribeiro de Souza (à esq.), que defende os 23 PMs condenados a 156 anos de prisão pelo massacre do Carandiru, fala durante segunda parte do julgamento, que acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. São julgados 25 PMs pela morte de 73 presos que estavam no terceiro pavimento da antiga Casa de Detenção. A sentença deve ser divulgada na madrugada deste sábado (03) Reprodução Mais
2.ago.2013 - Pilha de processos do julgamento dos policiais militares acusados pela morte de 73 presos que estavam no terceiro pavimento da antiga Casa de Detenção. A sentença deve ser divulgada na madrugada deste sábado (03) Reprodução Mais
2.ago.2013 - Plenário do Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista, onde acontece o último dia da segunda parte do julgamento do massacre do Carandiru. São julgados os 25 PMs acusados da morte de 73 presos que estavam no terceiro pavimento da antiga Casa de Detenção. A sentença deve ser divulgada na madrugada deste sábado (03) Reprodução Mais
3.ago.2013 - O promotor do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Guarulhos Eduardo Olavo Canto (esq.) e o promotor Fernando Pereira da Silva deixam o tribunal após a a condenação de 25 policiais militares acusados da morte de 52 presos no pavilhão 9 do presídio do Carandiru, em 1992, neste sábado (3), em São Paulo Alex Falcão/Futura Press Mais
17.fev.2014 - A terceira parte do julgamento do Massacre do Carandiru, começou nesta segunda-feira (17), no fórum da Barra Funda, em São Paulo. O advogado Celso Vendramini, que representa 15 policiais acusados de matar oito presos no Pavilhão 9 do Carandiru em 1992, afirmou nesta segunda-feira (17) que seus clientes são "boi de piranha" -- expressão popular para "bode expiatório" Alex Falcão/Futura Press/Estadão Conteúdo Mais
17.fev.2014 - A terceira parte do julgamento do Massacre do Carandiru, começou nesta segunda-feira (17), no fórum da Barra Funda, em São Paulo. O advogado Celso Vendramini, que representa 15 policiais acusados de matar oito presos no Pavilhão 9 do Carandiru em 1992, afirmou nesta segunda-feira (17) que seus clientes são "boi de piranha" -- expressão popular para "bode expiatório" Alex Falcão/Futura Press/Estadão Conteúdo Mais
17.fev.2014 - Plenário do fórum a Barra Funda, em São Paulo, durante a terceira parte do julgamento do Massacre do Carandiru, que começou nesta segunda-feira (17). O advogado Celso Vendramini, que representa 15 policiais acusados de matar oito presos no Pavilhão 9 do Carandiru em 1992, afirmou nesta segunda-feira (17) que seus clientes são "boi de piranha" -- expressão popular para "bode expiatório" Gil Alessi/UOL Mais
17.fev.2014 - O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre durante o julgamento do Massacre do Carandiru, no fórum da Barra Funda, em São Paulo. Na tarde desta segunda-feira (17) acontece a etapa em que serão julgados 15 PMs acusados de matar oito presos no Pavilhão 9 do Carandiru em 1992 Alex Falcão/Futura press/Estadão Conteúdo Mais
17.fev.2014 - Os promotores responsáveis pela acusação na terceira etapa do julgamento do massacre do Carandiru, Márcio Friggi de Carvalho (à esquerda) e Eduardo Olavo Canto Neto, ouviram duas testemunhas de acusação nesta segunda-feira (17), no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Ao todo, seis pessoas foram convocadas por eles, mas três não foram localizadas e uma foi dispensada. O julgamento será retomado nesta terça-feira (18) com os depoimentos das testemunhas de defesa Gabriela Fujita/UOL Mais
18.fev.2014 - Advogado Celso Vendramini dá entrevista nesta terça-feira (18) após abandonar plenário durante a terceira etapa do julgamento do Massacre do Carandiru, no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo. O juri foi dissolvido e o julgamento cancelado Gil Alessi/UOL Mais

Massacre do Carandiru

Últimos álbuns de Notícias



Shopping UOL

UOL Cursos Online

Todos os cursos