Começando por Abelardo Barbosa e passando pelos deuses vikings, a Imperatriz Leopoldinense chegou ao frevo de Olinda em seu samba-enredo sobre o bacalhau. "Teresinhaaa, uhuhuuuu! Vocês querem bacalhau?" marcou também o retorno do sambista Preto Jóia, que esteve afastado por seis anos, como intérprete oficial da escola.
A tricampeã verde-e-branco (1999, 2000 e 2001) passou pela Marquês com 37 alas, 7 alegorias e 3500 integrantes. Sua comissão de frente trazia seres meio homens, meio peixes, no papel de bacalhaus sendo pescados das águas geladas da Noruega, país que apoiou a escola. Contrariando o senso comum, a carnavalesca Rosa Magalhães optou por não incluir menção a Portugal.
Logo no começo, os carros "Muspilheim e Nifheim" e "Ymir, o gigante adormecido, pai de todos, inclusive dos demônios e gênios" faziam belas representações das lendárias figuras escandinavas. A ala "Geleiras do Norte" fundia-se com a "Lava do Vulcão"; de acordo com a mitologia nórdica, o mundo e as primeiras criaturas surgiram na fronteira da confluência entre o frio e o calor do Caos.
Leleco Barbosa, filho de Chacrinha, vinha no carro abre-alas, dedicado ao "Velho Guerreiro", criador do bordão que batiza o samba-enredo da escola. A cantora Wanderléa veio no primeiro carro como destaque "Tropicália Maravilha"; a madrinha de bateria de Mestre Jorjão foi a apresentadora Luciana Gimenez; e o apresentador e jornalista Leão Lobo também desfilou. O último carro, "Fervendo em Olinda", homenageava os carnavais de rua, e era ladeado pela ala dos compositores, que vieram fantasiados de garçom. Outras alas de destaque foram "Os Bodes Companheiros de Thor", "Isaías se Divertindo no seu Bloco" e a do "Bacalhau do Batata".
Veja a seguir ordem dos desfiles do segundo dia:02h25 -
Grande Rio03h30 -
Beija-Flor