Cientistas encontram evidência mais forte sobre 'partícula de Deus'

Andrew Stern e Sharon Begley
Em Batavia

  • AFP/Fabrice Coffrini

    Imagem mostra uma colisão de partículas exibida pelo Cern, laboratório da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear e trata-se de um vento típico de um candidato a bóson de Higgs, a "partícula de Deus"

    Imagem mostra uma colisão de partículas exibida pelo Cern, laboratório da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear e trata-se de um vento típico de um candidato a bóson de Higgs, a "partícula de Deus"

Físicos do Laboratório Nacional Acelerador Fermi, vinculado ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, anunciaram nesta segunda-feira (2) que encontraram a mais forte evidência até agora da existência de um corpo subatômico conhecido como "partícula de Deus", ou bóson de Higgs.

A evidência surgiu com subprodutos da colisão de partículas no acelerador chamado de Tevatron, disseram os cientistas. A pista, porém, ainda precisa de provas que a comprovem.

Uma vez que os mesmos subprodutos da colisão que indicam a existência da partícula também podem vir de outras partículas subatômicas, os físicos só poderão excluir outras explicações se tiverem confiança de 550 para 1, ou seja, de que há menos de 0,2% de chance de que os escombros da colisão não são do bóson de Higgs. Por convenção internacional, as probabilidades precisam ser mais próximas a 0,14%.

Na quarta-feira (4), físicos do CERN, o laboratório acelerador de partículas localizado na fronteira entre Suíça e França, devem anunciar seus próprios achados sobre a pesquisa da partícula.

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