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10 fatos recentes mostram que o PCC não acabou

O PCC (Primeiro Comando da Capital) aterrorizou a população de São Paulo e surpreendeu o governo do Estado com os ataques de maio de 2006, matando dezenas de policiais civis, militares e guardas municipais e sitiando a cidade. Desde os ataques, Alckmin afirmou mais de uma vez que a facção perdeu força e que era coisa do passado.

Contudo, a reportagem selecionou dez fatos recentes --boa parte deles ocorridos na última semana-- que mostram que o PCC ainda continua ativo em São Paulo, em outros Estados e até no exterior.

  • Quadrilha de traficantes ligada ao PCC é presa em Itatiba (SP)

    Um sítio utilizado por uma quadrilha de traficantes ligada ao PCC foi descoberto na última quinta-feira (5) em Itatiba, na região de Campinas. Quando chegaram no imóvel, os PMs teriam sido recebidos a tiros por parte dos bandidos e revidaram. No tiroteio, três suspeitos foram mortos; os outros cinco se renderam. No local, os policiais apreenderam uma metralhadora, um fuzil, três pistolas, dois coletes à prova de balas, dois computadores com informações sobre a movimentação financeira do tráfico e pelo menos cinco quilos de cocaína.

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  • Preso com R$ 1 milhão comerciante que lavava dinheiro do PCC

    Na última quarta-feira (4), um comerciante acusado de financiar e lavar dinheiro do PCC foi preso pela Polícia Civil no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo. Na casa onde ele estava, havia centenas de cartões de crédito e documentos de veículos, uma arma e cerca de um R$ 1 milhão em dinheiro e cheques. Segundo a polícia, "Firo", como é conhecido, utilizava a revenda de automóveis para financiar quadrilhas e lavar dinheiro para a facção criminosa PCC. Nos últimos dois meses, Porfírio teria movimentado cerca de 20 milhões.

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  • Grupo invade prisão paraguaia e liberta membros do PCC

    Na última terça-feira (3), um grupo de homens fortemente armados entrou em uma prisão de segurança máxima do Paraguai e libertou seis detentos, todos membros do PCC. A fuga ocorreu na prisão de Pedro Juan Caballero, na região da fronteira seca com o Brasil, rota do tráfico da maconha e cocaína vinda do Paraguai.

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  • PF prende 18 no Sul por conexão com o PCC

    Em 29 de setembro de 2010, a Polícia Federal (PF) prendeu 18 pessoas em três Estados durante a Operação Espelho, cujo objetivo era desarticular uma rede de tráfico que tinha ligações com PCC. Foram 14 prisões no Rio Grande do Sul, três em Santa Catarina e uma em Mato Grosso do Sul. Também foram apreendidos 3,5 quilos de cocaína, 25 veículos, entre automóveis e motos, seis armas, sendo um fuzil, e R$ 46,8 mil. A PF estima que cerca de 1 tonelada de cocaína era distribuída mensalmente pelo grupo no Estado do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

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  • Integrante do PCC ataca tenente da Rota em SP

    No final de julho de 2010, o tenente-coronel Paulo Telhada, da Rota, foi vítima de uma tentativa de homicídio na zona norte de São Paulo. Em 2 de setembro, o principal suspeito pelo crime, Fábio Santos de Oliveira, 25, conhecido como "Gordex" e membro do PCC, foi morto.

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  • Polícia descobre festa do PCC e prende oito

    A Polícia Militar prendeu, em 23 de agosto de 2010, oito homens durante uma festa em uma chácara na estrada do Verdão, em Sorocaba, interior de São Paulo. Integrantes de "uma suposta organização criminosa" alugaram o local para celebrar a saída da prisão de J.E.R., 45 anos, conhecido como "Fio Japonês". Informações extra-oficiais dão conta de que trata-se do PCC. Os policiais encontraram, ao lado da churrasqueira, um pedaço de tijolo de maconha, porções de cocaína, várias ampolas vazias e um caderno com anotações do tráfico de entorpecentes. No total, oito homens foram detidos, um carro roubado foi encontrado e foram apreendidos 303 gramas de maconha e 33,88 gramas de cocaína.

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  • PCC ameaça autoridades em Alagoas

    Em agosto de 2010, dois juízes e dois promotores que atuam no combate ao crime organizado em Alagoas receberam proteção especial da Polícia Militar, quando um plano para matá-los foi descoberto. Segundo conversas monitoradas pela Polícia Federal e por agentes penitenciários do presídio de Catanduvas (PR), os juízes seriam vítimas de um atentado planejado por traficantes de drogas do PCC que atuam em Alagoas.

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  • Julgamento com teleconferência para matar "companheiros"

    Em julho de 2007, o Denarc divulgou o resultado de investigações sobre os tribunais do PCC e trouxe detalhes de como funcionam os julgamentos que são feitos em matagais e locais ermos. Nos tribunais ilegais, integrantes com má conduta são ouvidos, sentenciados e executados, dependendo da decisão vinda do júri --normalmente formado por cabeças do bando que orientam as sessões por teleconferência.

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  • PCC e Comando Vermelho na Bolívia

    O governo boliviano informou, em julho de 2010, que organizações criminosas como o PCC, Comando Vermelho e o cartel mexicano Los Zetas estavam operando na Bolívia. Segundo autoridades da Bolívia, as organizações brasileiras tinham emissários no país andino.

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  • Ecstasy do PCC

    Em junho de 2010, reportagem da Folha de S.Paulo informou que o PCC começou a comercializar um novo tipo de ecstasy, mais barato e produzido pela própria facção. Enquanto o comprimido importado é vendido por preços que variam de R$ 30 a R$ 50, o ecstasy do PCC vale R$ 20. De acordo com o texto, o ecstasy do PCC mostra que a organização resolveu contra-atacar o tráfico de classe média, tentando retomar o lucro que tinha antes dessa nova concorrência.

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