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Mais uma vítima da tragédia da Vale é identificada; 7 seguem desaparecidas

Uberlândio Antônio da Silva é 263ª vítima identificada após rompimento de barragem em 25 de janeiro de 2019 - Reprodução/Redes Sociais
Uberlândio Antônio da Silva é 263ª vítima identificada após rompimento de barragem em 25 de janeiro de 2019 Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Do UOL, em São Paulo

10/11/2021 19h20Atualizada em 11/11/2021 09h37

Mais uma vitima do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), foi identificada na manhã de hoje. O corpo pertence a Uberlândio Antônio da Silva, que tinha 55 anos na época da tragédia, quando prestava serviços terceirizados para a Vale como mecânico de empilhadeira.

A identificação acontece quase dois anos e 10 meses depois do incidente, em 25 de janeiro de 2019, e eleva a lista de resgates para 263, reduzindo o número de desaparecidos para 7.

Depois de tentativas fracassadas de identificação por digitais e arcada dentária, as "amostras do segmento corpóreo" encontradas em Brumadinho, no dia 2 de outubro, foram enviadas para laboratório de DNA da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com o resultado conectando o material à família da vítima, informou o perito criminal Higgor Dornelas, em entrevista coletiva.

Ainda segundo Dornelas, entre 20 e 30 amostras estão em análise no laboratório de DNA, mas ainda não é possível dizer se elas estão ligadas a novos corpos da tragédia de Brumadinho ou apenas à identificação de vítimas já localizadas.

Confira lista de desaparecidos antes da nova identificação:

  1. Tiago Tadeu Mendes da Silva, 34 anos: trabalhava como mecânico industrial na Vale.
  2. Luís Felipe Alves, 30 anos: engenheiro de produção e funcionário da Vale.
  3. Nathália de Oliveira Porto Araújo, 25 anos: estagiária administrativa da Vale, estava no refeitório quando a barragem se rompeu.
  4. Maria de Lurdes da Costa Bueno, 59 anos: moradora de São José do Rio Pardo (SP), passava as férias com a família na Pousada Nova Estância.
  5. Olímpio Gomes Pinto, 56 anos: Conhecido como Licão, o auxiliar de sondagem trabalhava para uma empresa terceirizada que prestava serviços à mineradora.
  6. Lecilda de Oliveira: analista de sistemas, trabalhava há 28 anos na Vale.
  7. Cristiane Antunes Campos, 34 anos: trabalhava há 10 na mineradora e desde 2018 era supervisora de mina.
Errata: este conteúdo foi atualizado
Diferentemente do informado, o incidente aconteceu há dois anos, e não um. O conteúdo foi corrigido.