SÃO PAULO - A Receita Federal deposita, nesta segunda-feira (17), o dinheiro das restituições liberadas no quarto lote do Imposto de Renda 2007 (ano-base 2006). As consultas ao lote estão disponíveis pela internet (
www.receita.fazenda.gov.br) e pelo Receitafone (0300 789 0300) desde às 8h do dia 10.
No total, R$ 1,2 bilhão em restituições será liberado para 1.225.278 pessoas que têm direito a receber.
Outras 80.773 pessoas tiveram saldo de imposto a pagar, correspondendo a R$ 64,423 milhões. A Receita apurou ainda que 204.606 contribuintes não tiveram nem imposto a pagar nem a receber.
Depósito em contaO dinheiro virá corrigido em 4,9%, referentes à taxa Selic de maio a agosto, e mais 1% de setembro.
Quem não informou a conta-corrente para crédito da restituição poderá ir a uma agência do Banco do Brasil e pedir a transferência do dinheiro para qualquer banco em que seja correntista.
A restituição ficará disponível no banco pelo prazo de um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse tempo, deverá requerê-lo com o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, disponível na internet.
CalendárioCaso você não esteja entre o grupo de contribuintes que têm direito à restituição do imposto pago a mais já neste primeiro lote, confira o calendário das próximas liberações:
| IR 2007 |
Data |
| 5º lote |
15/10/2007 |
| 6º lote |
16/11/2007 |
| 7º lote |
17/12/2007 |
Malha finaNão ser incluído nesses lotes significa que o contribuinte foi retido na malha fina. Neste caso, o prazo de liberação da declaração é de até cinco anos, contados a partir do ano seguinte da entrega da declaração.
Existem muitas razões pelas quais as declarações são retidas na malha fina, mas, na maioria dos casos, isso acontece devido a erros de informação ou inconsistência de dados, como aqueles apresentados pela fonte pagadora. Quem perceber que cometeu um erro pode agilizar a liberação, entregando uma declaração retificadora.
Mais rigorosa na fiscalização e no cruzamento de dados, a Receita Federal tem retido um número cada vez maior de contribuintes na malha fina.