| OS NÚMEROS DA CRISE DO GÁS DA BOLÍVIA |
| 62% é o mínimo que a Bolívia quer aumentar no preço do gás vendido ao Brasil. O valor passaria de US$ 3,23 para ao menos US$ 5,23 por 1 milhão de BTUs (unidade térmica britânica). A Bolívia cogitou até US$ 7,50, mais que o dobro do valor até antes da nacionalização |
| 82% de imposto é o quanto a Petrobras terá de pagar a partir de agora ao governo boliviano, em vez dos 50% acertados |
| 50% do gás natural consumido no Brasil vem da Bolívia |
| 75% do gás natural utilizado em São Paulo tem origem boliviana |
| 25 milhões m³ de gás natural é quanto o Brasil consome da Bolívia por dia |
| 18% do PIB (Produto Interno Bruto) da Bolívia é resultado das vendas de gás para o Brasil |
| US$ 1,5 bilhão foi quanto a Petrobras investiu na Bolívia entre 1997 e 2005. O valor representa 41% do total de US$ 3,6 bilhões investidos por todas as petrolíferas instaladas no país no período |
| 2019 é o ano em que termina o contrato da Petrobras com a Bolívia |
| 53,4% do gás natural usado no Brasil vai para indústrias; 30,9% são empregados em geração de energia elétrica; 13% em carros e só 2,7% em residências |
| 26 empresas petrolíferas foram atingidas pela nacionalização de Evo Morales, entre elas, além da Petrobras, a Repsol (Espanha), a Total (França), a Exxonmobil (Estados Unidos) e a British Gas (Reino Unido) |