EUA
1.Clima
Temperatura tropical, suavizada por ventos alísios, com uma média de 25°C durante todo o ano. O inverno vai de dezembro a abril, mas é possível pegar baixas temperaturas também em setembro e outubro. Para quem optou por Nova York, recomenda-se manter um suéter sempre a mão. Em Manhattan, as temperaturas variam bastante em um mesmo dia. É possível pegar 20ºC à tarde e 11ºC à noite.
2.Comida
Quem assistiu ao filme "Super Size Me", escrito e dirigido por Morgan Spurlock, já deve estar convencido de que a culinária típica dos EUA, baseada em "fast-food", nada tem de saudável. Desta forma, o ideal é esquecer os sanduíches e partir para uma alimentação mais saudável. Pode custar um pouco mais caro, mas é fácil encontrar saladas, frutas e sucos nas lanchonetes do país.
Embaixada em Brasília
Embaixada do Brasil nos Estados Unidos
Consulado em Recife
Consulado no Rio de Janeiro
Consulado em São Paulo
4.Cultura
Os EUA apresentam um estilo de vida familiar ao brasileiro, mas ao escolher o país como destino é preciso ter em mente que seus habitantes são, de um modo geral, pouco flexíveis. "Jeitinho brasileiro" é definitivamente algo que o norte-americano não entende. Se o cardápio diz "carne com fritas" e "frango com arroz", não adianta pedir "carne com arroz. O norte-americano típico vai dizer que esse prato não faz parte do menu. Em seu favor, há o fato de que os norte-americanos são descontraídos (nem sempre se entende suas piadas e brincadeiras, mas eles têm bom humor) e esportivos. No trabalho, costumam ser competitivos e reservados. O ideal americano é ser "o melhor" e obter um sucesso profissional que renda o suficiente para comprar uma boa casa, um carro esporte e uma lancha para passear nos canais da Flórida aos finais de semana. Ao entrar nos EUA para estudar, evite fazer caretas e críticas ao comportamento das pessoas. Procure respeitar as diferenças culturais e aprender com elas. Ao final do curso, mais do que o idioma, você terá aprendido a conviver com adversidades. Com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal nos EUA é de 1.900 dólares americanos. Converta esse valor para o real. 6.Dinheiro
Brasileiros interessados em estudar fora do país podem optar por levar dinheiro em papel-moeda, "travelers cheques", cartão de crédito e débito internacional ou Cartão Visa TravelMoney (cartão pré pago). A Gerente de Produto do Banco Rendimento, em São Paulo, Danielle Florestano dá algumas dicas: - Por questões de segurança, leve apenas uma pequena quantia em dinheiro (entre 20% e 30% do valor total), o suficiente para primeiras necessidades e eventuais emergências.
- Falar em português com brasileiros. É preciso aproveitar o tempo fora para praticar o idioma estrangeiro.
8.Lazer
É possível fazer praticamente tudo nos EUA. De esportes radicais a calmos recitais de poesia, o país oferece opções para todos os gostos. No dia-a-dia, o americano pratica algum esporte e sai à noite para jantar ou assistir a um espetáculo. Também gostam de assistir a jogos e programas de entretenimento pela televisão.
Estudantes de intercâmbio costumam ficar em casas de famílias voluntárias, sem custo financeiro. As famílias são contatadas pelos agentes de intercâmbio. Para quem viaja por conta própria, há "homestays" ou "share accomodations". A "homestay" é a opção mais recomendável para menores de 18 anos ou brasileiros que se sintam mais seguros convivendo na rotina de uma família. Neste tipo de acomodação, o estudante convive com uma família e tem direito a um quarto individual e a meia-pensão (café da manhã e jantar). É uma maneira interessante de conviver e conhecer a cultura do país, pois o estudante participa do dia-a-dia da família que, muitas vezes, os inclui em seus programas. Já nas "share accomodations" o estudante divide o quarto ou o apartamento com outras pessoas. Este tipo de acomodação é mais recomendável para estudantes que sejam mais independentes e queiram mais liberdade, pois não terão que se adaptar a nenhuma regra familiar. É uma boa oportunidade para aprender a lidar com gastos, como contas de telefone e luz, além de cuidar dos serviços da casa e conviver com pessoas de diferentes culturas.
Ao decidir fazer um curso no exterior, o ideal é, antes mesmo do embarque, tirar uma carteira internacional de estudante. Com o documento, brasileiros podem ter descontos de até 30% do valor da passagem aérea. Para obtê-lo, basta apresentar o comprovante de matrícula no curso. Agências de intercâmbio e instituições de ensino no Brasil podem indicar os locais de expedição dessas carteiras.
Washington (capital), Nova York, Chicago, Detroit, Los Angeles, San Francisco, San Diego, Dallas, Las Vegas, Nova Orleans, Filadelfia Miami e Seattle.
12.Trabalho
Estudantes estrangeiros podem trabalhar legalmente nos Estados Unidos até 20 horas por semana dentro do campus da universidade. Após um ano de estudo, o estrangeiro poderá solicitar permissão ao Serviço de Cidadania e Imigração para trabalhar fora do campus. * As regras de permissão de trabalho mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
13.Visto
Estrangeiros interessados em estudar nos Estados Unidos devem obter o visto de estudante, seja para cursos de curta ou longa duração, antes mesmo de embarcar para o país. * As regras de visto mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
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