Itália
1.Clima
País de clima temperado, característico do mar Mediterrâneo. No decorrer do ano, as variações térmicas não são tão bruscas quanto em outros países da Europa. Com isso, a Itália apresenta verões quentes e secos e invernos não muito frios. Costuma chover com freqüência durante a primavera e o outono. No inverno, que vai de dezembro a março, a temperatura fica em torno de 10ºC e, no verão, de junho a setembro, os termômetros podem passar dos 35ºC.
2.Comida
O que dizer da cozinha italiana? Que é uma das mais saborosas e populares do mundo, não é suficiente. A culinária italiana é baseada em massas, peixes e frutos do mar. Os italianos costumam fazer as três refeições e seguir uma seqüência de pratos no almoço e no jantar. Normalmente, serve-se uma entrada, depois uma carne ou peixe, um prato de massa e, por fim, uma salada. Em casa, a depender do apetite da família, todo esse banquete pode ser reduzido a um simples prato de massa. Os molhos são os mais criativos e variados e, ao contrário do que acontece no Brasil, os italianos pouco usam creme de leite para preparar a base. Vinhos são sempre uma boa pedida para acompanhar qualquer refeição, mas quem tiver resistência ao álcool deve experimentar a grapa (espécie de cachaça feita com uvas) depois do jantar.
Embaixada em Brasília
Embaixada do Brasil na Itália
Consulado em São Paulo
Consulado no Rio de Janeiro
Consulado no Paraná
Consulado no Rio Grande do Sul
Consulado em Minas Gerais
Consulado em Pernambuco
4.Cultura
Brasileiros costumam se sentir em casa nesse país de cultura tipicamente latina. Os temperamentos são explosivos e calorosos. Ao contrário dos povos nórdicos, os italianos cumprimentam-se com abraços e beijos, falam alto, gesticulam e demonstram emoções com facilidade. Em toda a Itália, há freqüentes festividades, principalmente relacionadas ao calendário da Igreja Católica, que tem grande influência sobre a cultura do país. O patriotismo também é uma característica forte desse povo, que tem no seu passado toda a riqueza histórica do Império Romano.
Com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal na Itália é de 1.350 euros. Converta esse valor para o real.
6.Dinheiro
Brasileiros interessados em estudar fora do país podem optar por levar dinheiro em papel-moeda, "travelers cheques", cartão de crédito e débito internacional ou Cartão Visa TravelMoney (cartão pré pago). A Gerente de Produto do Banco Rendimento, em São Paulo, Danielle Florestano dá algumas dicas: - Por questões de segurança, leve apenas uma pequena quantia em dinheiro (entre 20% e 30% do valor total), o suficiente para primeiras necessidades e eventuais emergências.
- Falar em português com brasileiros. É preciso aproveitar o tempo fora para praticar o idioma estrangeiro.
8.Lazer
Quem for ao país para estudar não pode deixar de reservar recursos financeiros para fazer pequenas viagens pelo país. Roma, a capital, é considerada uma das cidades mais bonitas do mundo. Ela abriga uma série de monumentos arquitetônicos da antigüidade, além de um valioso patrimônio artístico na cidade do Vaticano -Estado independente, pertencente à Igreja Católica e localizado no centro de Roma. Outras cidades, como Florença, Turim, Milão, Gênova, Veneza, Verona, Nápoles, Parma, Bolonha e Palermo, também são visitas obrigatórias. Em todas elas, é possível assistir a grandes espetáculos de jazz, ópera e dança.
Os estudantes costumam ficar nas chamadas "homestays" ou em "share accomodations". Para menores de 18 anos ou brasileiros que se sintam mais seguros convivendo na rotina de uma família, sem dúvida a "homestay" é a opção mais recomendável. Neste tipo de acomodação, o estudante convive com uma família e tem direito a um quarto individual e a meia-pensão (café da manhã e jantar). É uma maneira interessante de conviver e conhecer a cultura do país, pois o estudante participa do dia-a-dia da família que, muitas vezes, os inclui em seus programas. Já nas "share accomodations" o estudante divide o quarto ou o apartamento com outras pessoas. Este tipo de acomodação é mais recomendável para estudantes que sejam mais independentes e queiram mais liberdade, pois não terão que se adaptar a nenhuma regra familiar. É uma boa oportunidade para aprender a lidar com gastos, como contas de telefone e luz, além de cuidar dos serviços da casa e conviver com pessoas de diferentes culturas.
Ao decidir fazer um curso no exterior, o ideal é, antes mesmo do embarque, tirar uma carteira internacional de estudante. Com o documento, brasileiros podem ter descontos de até 30% do valor da passagem aérea. Para obtê-lo, basta apresentar o comprovante de matrícula no curso. Agências de intercâmbio e instituições de ensino no Brasil podem indicar os locais de expedição dessas carteiras.
Roma (capital), Milão, Turim, Nápoles, Gênova, Bolonha, Verona, Florença, Veneza e Palermo.
12.Trabalho
Governo italiano não permite que estudantes estrangeiros exerçam atividade remunerada no país. Aqueles que violarem as regras e trabalharem clandestinamente estarão sujeitos às punições previstas nas leis italianas, incluindo a deportação para o país de origem. * As regras sobre permissão de trabalho mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
13.Visto
Estudantes estrangeiros devem obter um visto que autorize a sua permanência na Itália e, ainda, comprovar condições financeiras para se manter no país. *As regras sobre vistos mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
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