O exame da PRF (Polícia Rodoviária Federal) trará, além dos 60 pontos de legislação de trânsito e português, outros 40 divididos igualmente entre direito, matemática, conhecimentos gerais e informática. E os professores ouvidos pelo
UOL Empregos dizem que, na maior parte dessas questões, fazer provas anteriores ajuda, e muito.
| Principais dicas |
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| Estude a teoria dos programas de informática, não só a prática |
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| Em direito, quem não se preparou bem deve treinar com provas anteriores de outras polícias |
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| Use os outros textos da prova para tirar idéias para a sua redação |
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| Em raciocínio lógico, atenha-se ao texto, e não ao que acontece na realidade |
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| Na legislação, atenção para os valores das multas e seus fatores multiplicadores |
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O programa de
informática pede, além de acesso à Internet, conhecimentos do pacote BROffice, nos programas Write e Calc. Trata-se de um software livre, semelhante ao Windows, mas quem conhece o último não pode achar que vai tirar a prova de letra. "Só 40% das questões devem pedir assuntos que são equivalente ao pacote Office", diz o professor André Alencar dos Santos, do OBCursos do Distrito Federal.
Também não adianta só mexer no computador, pelo contrário: "Quem não está em curso preparatório deve estudar com uma apostila voltada para concursos e, se sentir necessidade, só então usar o computador". Isso porque o conteúdo é extenso, com teclas de atalho e botões aos quais o candidato pode não chegar somente praticando.
Outra ajuda é fazer as provas aplicadas pelo Cespe no concurso do
Banco do Brasil. Foram exames com certa dificuldade, linha que o professor acredita que será seguida na prova da polícia.
Em
direito, o conteúdo é grande demais para o número de questões. Por isso, quem não estudou antes não deve agora se voltar para a teoria. É melhor tentar resolver
provas anteriores, do Cespe e da PRF e, principalmente, de outras polícias do país, mesmo que de outras organizadoras.
Em
atualidades, toda a atenção deve estar voltada para as regiões Norte e Centro-Oeste, principalmente para os Estados do Pará e de Mato Grosso. Vale até ler manchetes de jornal, diz a professora Cláudia Beltrão, da Central de Concursos, de São Paulo.
MatemáticaEssa prova terá também testes de raciocínio lógico e estatística. Roberto Vasconcelos, do OBCursos do DF, diz que o Cespe não facilita nos enunciados: "A pessoa pode até saber o conteúdo, mas ler uma vez e não entender o que está sendo pedido. Por isso, é preciso treinar com
provas anteriores do Cespe, dos últimos 12 meses".
Os assuntos mais importantes são
porcentagem,
razão e proporção e
funções de modo geral.
Em raciocínio lógico, é preciso estudar proposições e argumentos, ou seja, construção de afirmações envolvendo conectivos (e, mas, se etc.) e análise do sentido das idéias. Para isso, Vasconcelos diz que não é bom usar o senso comum ou a "a lógica intuitiva", e sim estudar com livros e treinar com provas. Além disso, alerta o professor, não importa o que ocorre no "mundo real", mas sim as relações estabelecidas no texto.
Estatística deve aparecer pelo menos em uma questão, com medidas de tendência central (estudo das médias, moda e mediana), para dados agrupados ou não em classes.