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O escândalo
A
Folha (
aqui-para assinantes mostrou que dois deputados são acusados de reter salários de assessores. O relatório, sigiloso, também menciona a contratação de servidores fantasmas e fraudes na verba indenizatória.
A acusação contra
Paulo Roberto (PTB-RS) apareceu no relatório final da comissão de sindicância da Câmara dos Deputados sobre a "farra" das passagens aéreas (saiba mais sobre ela no escândalo 38, (
Gabinetes da Câmara negociam bilhetes de deputados com agências).
Segundo o jornal, Roberto foi denunciado por seu ex-chefe de gabinete Luiz Nogueira. O congressista atribuiu a acusação a uma vingança de seu ex-funcionário, exonerado por ele em 2008. "Se alguém ficou com salário de assessor, foi ele." O ex-servidor não foi localizado pela Folha.
Contra
Eugênio Rabelo (PP-CE) pesaria uma acusação de fraude em notas fiscais para compra de combustíveis com a verba mensal de R$ 15 mil, destinada à manutenção de escritórios. O relatório, porém, só registra a acusação feita por uma servidora contra ele.