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Morador do bairro Veneza (município de Ribeirão das Neves) e empregado em Belo Horizonte, um atendente de padaria, de 19 anos, que preferiu não ser identificado, expõe as razões para utilizar os carros piratas na sua locomoção diária.

"Não tem motivo especial. Eu pego o que vier primeiro, ônibus, van, carro particular. Eu não fico esperando. Já vi muita loucura desse pessoal, mas fazer o quê?", resignou-se.

Em relação ao perigo de ser transportado por clandestinos, o atendente disse não ver problema.

"Dentro do ônibus normal a gente também corre risco, ninguém usa cinto de segurança. Então, dá na mesma", avaliou.

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