Hungria lidera ranking do sexo; Cingapura é a menos ativa
11h15 - 23/09/2003
Por Kate Kelland
LONDRES (Reuters) - Esqueça os amantes latinos -- os húngaros conquistaram a posição de os mais ativos entre os lençóis.
A fabricante de preservativos Durex divulgou na terça-feira sua pesquisa anual sobre comportamento sexual no mundo, a qual mostrou que os amantes húngaros mantêm relações sexuais 152 vezes por ano.
Já os franceses, que gostam de propalar sua performance sexual, tiveram 144 relações ao ano, os italianos 119 e os norte-americanos, 118.
"A hora da cama em Budapeste é a mais passional de todas", afirmou a Durex em sua sondagem.
A Europa oriental teve bons resultados, com Bulgária, Rússia e Sérvia e Montenegro apresentando números anuais acima da média.
Mas, se alguém procura sexo na Suécia ou em Cingapura, terá mais problemas. Os suecos estavam abaixo da média do sexo, com 102 encontros por ano, e os habitantes de Cingapura tinham apenas 96.
A pesquisa com mais de 150 mil pessoas descobriu que os casais do mundo mantêm uma média de 127 relações por ano, ou seja, cerca de dez ao mês, e 73 por cento dos entrevistados se dizem satisfeitos com sua vida sexual.
Os mais sexualmente satisfeitos estão na Tailândia, com 92 por cento, no Vietnã, com 90 por cento, na China e na Espanha, com 83 por cento, além de na Islândia, com 80 por cento.
Os russos indicaram ser os menos felizes com sua sexualidade. Apenas 59 por cento deles afirmaram estar satisfeitos, apesar de fazer sexo, em média, 150 vezes por ano.
As noites nórdicas revelaram-se as mais ousadas -- 71 por cento dos islandeses, 70 por cento dos noruegueses e 68 por cento dos finlandeses tiveram relações sexuais com alguém que tinham acabado de conhecer, comparando-se a apenas 37 por cento dos alemães e 24 por cento dos indianos.
Os norte-americanos lideram no quesito sexo virtual, com 54 por cento dos entrevistados dizendo praticar sexo por telefone, email ou mensagem de texto.
Casais em Hong Kong têm a maior tendência à honestidade na cama -- apenas 15 por cento disseram que seu ardor nos lençóis é fingido. Mas muitos australianos não têm o mesmo escrúpulo, com 47 por cento declarando que já fingiram um orgasmo.