Para negociador-chefe, crise nos Estados Unidos e Europa atrapalhou a Rio+20
Maria Denise Galvani
Do UOL, no Rio
O comprometimento das nações ricas com recursos para o desenvolvimento sustentável ficou aquém do que esperado, admitiu o secretário-executivo da comissão brasileira para a Rio+20, Luiz Alberto Figueiredo, após o rascunho do texto final ter sido aprovado nesta terça-feira (19).
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“Teria sido da maior importância que os países desenvolvidos aumentassem o financiamento para o desenvolvimento sustentável. Infelizmente, esses recursos não apareceram”, disse Figueiredo.
“A crise que se abate com força sobre os países do Norte provocou uma retração em áreas importantes, que têm a ver com a solidariedade e a cooperação internacional”, completou.
No primeiro rascunho da declaração “O futuro que queremos”, que deve ser aprovada por chefes de Estado na Rio+20, havia a proposta a criação de um fundo de US$ 30 bilhões anuais para ajudar no financiamento de políticas de sustentabilidade em países em desenvolvimento. O fundo ficou de fora do rascunho final, aprovado por diplomatas de 193 países.







