Nota divulgada nesta quinta-feira pela
Folha, e reproduzida pelo UOL, causou alvoroço na mídia e irritação na Globo. A coluna "Outro Canal", de Daniel Castro, publicou que os jornalistas William Waack e o editor-chefe do "Jornal da Globo", Erick Brêtas, chegaram às vias de fato durante uma discussão na Globo. A dupla teria sido separada por outros profissionais.
"É falsa esta informação, assim como são falsos os motivos que teriam levado à agressão que não houve", diz o comunicado, assinado por Waack e Brêtas.
Agressões à parte, a fama de Waack na imprensa é de agressividade. Durante o primeiro mandato de Lula, vários jornalistas se queixavam da forma truculenta como o então repórter Waack se comportava em entrevistas coletivas.
Em uma ocasião, numa entrevista do então ministro Antônio Palocci, em julho de 2003, na Bovespa, em São Paulo, Waack desferiu violentas cotoveladas em vários colegas (um deles era da
Folha Online). Motivo: queria chegar mais perto do ministro.
Outro repórter, de uma revista de economia - que só por ora pede para não ser identificado -, também afirma ter levado um chute de Waack em outra cobertura, porque o globífero achou que ele estava prejudicando a gravação do cinegrafista da Globo (com sua presença).
Eliana nega que vá tentar censurar colunasO escritório de advocacia que atende à apresentadora Eliana, da Record, informou que ela não irá entrar com ações para impedir judicialmente veículos de darem notas sobre sua vida pessoal.
A nota foi divulgada aqui na semana passada e a informação teve como base o conteúdo de uma notificação judicial emitida pelo advogado de Eliana, Sérgio Dantino, contra uma coluna de TV de São Paulo. A notificação leva à interpretação de que não seria mais permitido divulgar absolutamente nada sobre a intimidade da apresentadora.
O escritório esclarece que isso não ocorrerá, e que a notificação, na verdade, só tem intenção de impedir a divulgação de "notícias falsas" sobre Eliana. E que ela jamais tentará "amordaçar" jornalistas.