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08h31 03/06/2008
Ex-jogador do Flu, Tato vibra com o Tricolor na Libertadores
Pelo time das Laranjeiras, ponta-esquerda participou da principal competição da América do Sul, em 1985
Bernardo Coimbra, do Pelé.Net
RIO DE JANEIRO - Tato brilhou com a camisa do Fluminense na década de 80. Defendendo as cores do Tricolor das Laranjeiras, o ponta-esquerda conquistou o tricampeonato estadual (83/84/85), o Brasileiro (84) e participou da Libertadores de 1985. Vinte e três anos depois, o ex-jogador está vibrando com o seu time de coração na semifinal da competição sul-americana.
"Foi um jogo sensacional na última quarta-feira (empate com o Boca Juniors-ARG em 2 a 2). Eu torço pelo Fluminense, pois foi o clube que defendi durante seis anos. Quero o Fluminense campeão da Libertadores e do Mundo. A equipe está maravilhosa, é uma das melhores. Competência dos jogadores, comissão técnica e diretoria", disse, acrescentando sobre a diferença na época que disputou o torneio sul-americano.
"Era completamente diferente. Só se classificava para a Libertadores o campeão e o vice da cada país da América do Sul. Além disso, apenas um de cada grupo avançava na competição (além do Fluminense, Vasco, Ferro Carril Oeste-ARG e Argentinos Juniors-ARG estavam na chave). Fizemos o melhor, mas não deu", relembrou.
Tato revelou ainda que fala constantemente com os jogadores da sua época. O ex-ponta-esquerda disse que todos estão torcendo pelo Fluminense na Libertadores.
"É uma turma boa. Tenho uma identificação grande com o clube. Mantenho contato com Leomir (meia), Paulo Victor (goleiro), Romerito (meia), Assis (atacante), entre outros. Eles estão vibrando com o Fluminense", disse.
"Esquecendo" um pouco o Tricolor das Laranjeiras, Tato trabalha, há cerca de cinco anos, como auxiliar técnico de Gilson Kleina. Atualmente, a dupla está no Caxias-RS.
O clube do Rio Grande do Sul, a partir de julho, participará da Série C do Campeonato Brasileiro. Integrante do Grupo 16, o Caxias vai duelar com as seguintes equipes na primeira fase: Brasil de Pelotas-RS, J. Malucelli-PR e Metropolitano-SC.
"No momento, estou como auxiliar técnico. Não penso em ser treinador. Eu vou deixando as coisas acontecerem naturalmente. Não fico pensando nesta possibilidade", avisou.
Porém, nem sempre o futebol esteve na vida de Tato. Quando encerrou a carreira, em 1993, o ex-jogador se dedicou aos negócios.
"Fui trabalhar na minha imobiliária, que tenho até hoje. Só larguei quando pintou o convite do Gilson Kleina", encerrou.
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Quero o Fluminense campeão da Libertadores e do Mundo. A equipe está maravilhosa, é uma das melhores
Tato, auxiliar técnico de Gilson Kleina no Caxias
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Carlos Alberto de Araújo Prestes
17/03/61
Curitiba-PR
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