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Bolsonaro diz que pode 'entrar na fila' da vacina contra a covid amanhã

Bolsonaro voltou a falar que prefere dar a sua dose da vacina contra a covid-19 para quem ainda não teve a doença - Isac Nóbrega/Presidência da República
Bolsonaro voltou a falar que prefere dar a sua dose da vacina contra a covid-19 para quem ainda não teve a doença Imagem: Isac Nóbrega/Presidência da República

Colaboração para o UOL

09/04/2021 07h09Atualizada em 09/04/2021 08h05

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a falar ontem à noite sobre se vacinar contra o novo coronavírus. Aos 66 anos, completados no dia 21 de março, ele chegou a cogitar entrar na fila de imunização amanhã.

"Posso entrar na fila agora no sábado, sem problema nenhum. Quando tiver na minha vez, se tiver alguém atrás de mim, vai ser vacinado", disse, em entrevista à CNN.

No sábado (3), o presidente já havia falado sobre a hipótese de se vacinar contra a covid-19. Na ocasião, Bolsonaro disse que já estava imunizado porque já contraiu a doença e que a vacina dele deveria se dada a quem ainda não tinha contraído o vírus. Ele reafirmou a posição ontem.

"Se não tiver mais ninguém para ser vacinado, me vacino, sem problema nenhum. Prefiro dar vacina para quem está em uma situação de pavor de caso. Estou tranquilo. Encaro como algo que vai passar pela vida da gente, infelizmente", afirmou.

Bolsonaro foi infectado pelo novo coronavírus em julho do ano passado. Porém, a recomendação dos órgãos de saúde é que quem já contraiu a doença seja vacinado normalmente, para evitar chances de reinfecção e reforçar a imunidade.

Vacinação no DF

Atualmente, o Distrito Federal está vacinando quem tem 66 anos ou mais. A aplicação da primeira dose nessa faixa etária começou no sábado, mas foi suspensa na quarta-feira (7) por causa da falta de doses.

A imunização para o grupo retoma hoje, após a capital federal receber ontem 40,5 mil doses da Covishield - produzida pela (Fiocruz) Fundação Oswaldo Cruz em parceria com a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca -, e outras 27,4 mil doses da CoronaVac - feita pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.