A gaúcha foi a eleita no concurso que reuniu, neste domingo, as misses dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal.
A noite começou com um desfile de "cocktail dress", ao som de Alexandre Pires. Depois foi a vez do desfile de trajes típicos, com o Olodum se apresentando, quando as misses apresentaram ao público. Disseram seu nome, o Estado que representam e o nome da fantasia que vestiam. E o primeiro prêmio da noite, justamente o de trajes típicos, foi para a Miss Distrito Federal.
O terceiro desfile da noite foi de biquíni - e ao som de Jorge Benjor. Na seqüência, o segundo prêmio da noite: a Miss Paraíba foi eleita a Miss Simpatia - esta eleição é feita com votos das próprias misses.
O quarto desfile foi de traje casual, que contou com apresentação do rapper Gabriel, o Pensador. Na seqüência, houve uma homenagem a Adalgisa Colombo, Miss Guanabara 1958, Miss Brasil 1958 e segunda colocada no Miss Universo 1958, disputado em Long Beach (Estados Unidos).
As dez misses que participavam da disputam realizaram então o quinto desfile, agora de gala. E foi assim, galantes e charmosas, que elas passaram pela bateria de perguntas dos jurados: quais as maiores qualidades (para a Miss Rio Grande do Norte); que exemplo quer passar caso eleita Miss Brasil, para a Miss Rio Grande do Sul; quais as características mais positivas do seu Estado, para a Miss Ceará; qual principal desafio irá vencer, caso eleita, para a Miss Espírito Santo; para a Miss Rio de Janeiro, o que é mais importante para uma miss, se a razão ou a emoção; para a Miss Minas Gerais, a quem ela recorre nos momentos mais difíceis; par a Miss Goiás, se ela está preparada para ser a Miss Brasil; a pergunta para a Miss Paraná foi o que a levou a se inscrever no concurso de miss; para a Miss Pará, se ela reúne as características necessárias para vencer o Miss Universo; e, para a anfitriã Miss São Paulo, a última pergunta: o que ela mudaria no Brasil, se tivesse poder para tanto.