
Já dizia a avó do Editor do UOL Tablóide: um é pouco, dois é bom e três é demais. E o que dizer de quatro?
Quando o assunto é matrimônio, a conta não fecha: o resultado é quatro casamentos e um hospital.
Foi o que aconteceu com um pobre muçulmano obrigado a se casar com quatro mulheres. Quatro foi mais que demais. Foi demasiado. Foi um exagero. Foi uma exorbitância. Foi um surto --literalmente. O jovem, obrigado pelos pais a contrair o tetramatrimônio, não agüentou o tranco e acabou hospitalizado com problemas psicológicos.
O jornal saudita "Arab News" disse que os pais, divorciados, se empenharam em escolher uma mulher para seu filho. Primeiro o pai impôs uma mulher de sua própria família, e imediatamente a mãe fez o mesmo.
O pai, zangado e decidido a manter a influência familiar, obrigou o filho a aceitar uma terceira esposa, também do lado paterno. Para não ficar atrás, a mãe fez o mesmo. Ô família grande desse pessoal!
Tudo isso aconteceu em um período de apenas seis meses. Pouco após as quatro cerimônias, o jovem deu entrada em um hospital para receber tratamento psicológico.
Agora se nega a ver seu pai, sua mãe e suas quatro cônjuges. Como diz a sábia avó do Editor do UOL Tablóide, antes só que mal acompanhado.
O Islã permite que o homem se case com quatro mulheres "se o marido for capaz de ser justo com todas elas", o que em alguns países é interpretado como uma proibição à poligamia.
As uniões conjugais dentro da família são bem vistas, e as primas são consideradas as melhores esposas.
Fonte: EFE
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