Enquanto no Brasil a moda é batizar crianças com nomes estrangeiros e gerar uma avalanche de Keirrisons e afins, na Suécia, terra dos "Fulanosons e Cicranosons", um casal luta na Justiça para dar o nome de Q ao seu filho.
Os pais, da cidade de Are, dizem que Q responde à vontade deles por um nome ao filho. E caso o tribunal negue que uma simples letra possa batizar um ser humano, o casal já tem uma alternativa, o nome Q:u.
Um juiz vai decidir se o nome Q é válido baseado na lei de 1982. A lei sueca sempre foi bastante rígida em relação a nomes.
Em 2007, um casal foi proibido de dar o nome Metalllica à filha recém-nascida, enquanto outros pais puderam batizar o rebento de Google. Já em 1996, em protesto à lei de nomes, outro casal tentou chamar o filho de "Brfxxccxxmnpcccclllmmnprxvclmnckssqlbb11116", que, de acordo com eles, se pronunciava Albin.
*Com informações do "The Telegraph"