"Chuchu do amor" tinha que ser brasileiro
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Não é uma graça?
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Zé Neto e sua "cria"
Depois da
"batata do amor" inglesa, agora é a vez do "chuchu do amor" brasileiro. (Afinal, não é nesta terra que, dizem, em se plantando, tudo dá?)
O fruto nacional do amor, verde como a bandeira brasileira, nasceu no diminuto quintal de uma agência de notícias paulistana.
O criador da pequena horta é o motorista do lugar, o Zé Neto. Segundo Joel Leite, o diretor da agência, ele "é o grande responsável pela vitalidade do pé de chuchu", que já tem três anos. "É incrível a quantidade de chuchu que ele já deu", disse Leite.
O pé de chuchu cresceu tanto que houve até indisposição com um dos vizinhos, porque a plantação começou a invadir o quintal dele.
Já o vizinho do outro lado gosta da fruta, de acordo com o diretor, porque vez ou outra recebe parte da colheita.
"Um dia marcamos na parede para ver quanto ele crescia. A rama que subia na parede cresceu 40 centímetros da sexta-feira à tarde para a segunda de manhã", conta. "Tem períodos em que todos os que trabalham aqui levam chuchu pra casa, distribuem para os amigos e vizinhos", acrescenta Leite.
DO POMAR DO EDITOR
DO UOL TABLOIDE
O Editor do UOL Tablóide não aceita que uma fruta
tenha o cheiro de jaca. Mesmo
que ela seja a jaca.
Editor do UOL Tabloide Com tanto vigor, não podia ser outro o resultado. Há alguns dias, Zé Neto foi surpreendido pelo "chuchu do amor".
Em formato de coração, o fruto está sendo cortejado por todos na agência, segundo Leite. "Estamos discutindo o que fazer com ele, mas ninguém tem coragem de comê-lo."
Uma das propostas é leiloar o fruto, como foi feito na Inglaterra, onde a batata em forma de coração recebeu lances equivalentes a R$ 90 em leilão na internet.