Juiz rejeita caso contra parque aquático por escravizar orcas

AFP
Em Los Angeles

  • Divulgação/SeaWorld

    Cinco orcas 'processaram' parque aquático por escravidão

    Cinco orcas 'processaram' parque aquático por escravidão

Um juiz rejeitou na quarta-feira (8) uma ação contra o parque aquático SeaWorld apresentada por uma organização de proteção dos animais, que alegava que as orcas são tratadas como escravos, em violação à Constituição dos Estados Unidos.

A organização PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) apresentou a demanda em outubro do ano passado contra o SeaWorld, exigindo a libertação das orcas em cativeiro com base na Emenda 13 da Constituição, que proíbe a escravidão. Mas um juiz de San Diego destacou que supõe-se que a emenda é aplicada apenas aos seres humanos.

A demanda da PETA citava cinco orcas como demandantes: três do parque em San Diego (sul da Califórnia) e duas do parque de Orlando (Flórida).

O porta-voz da organização, David Perle, afirmou que a decisão do tribunal é apenas um primeiro passo para o "inevitável dia em que todos os animais serão livres da escravidão para a diversão dos humanos". Ele prometeu continuar com a luta na justiça para libertar os cetáceos.

O porta-voz do SeaWorld, David Koontz, elogiou a decisão e afirmou que o caso era uma "perda do valioso tempo da corte e do dinheiro dos contribuintes". Ele considerou "absurda e sem fundamentos" a demanda da PETA.

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