Começa reunião sobre segurança nuclear em Seul
SEUL, 26 Mar 2012 (AFP) -A reunião sobre a segurança nuclear com autoridades de 53 países, incluindo o presidente americano Barack Obama, teve início nesta segunda-feira em Seul em um contexto de grande tensão com a Coreia do Norte, que planeja lançar um foguete, apesar dos protestos internacionais.
Além dos representantes de 53 países, a reunião de cúpula também tem as participações da Interpol e de outras organizações internacionais.
A abertura oficial aconteceu com um jantar de trabalho comandado pelo presidente sul-coreano Lee Myung-bak.
Em um comunicado, os organizadores saudaram "avanços substanciais" realizados desde a primeira reunião.
"Milhares de libras de material nuclear foram retiradas das instalações no mundo, material potencialmente letal que atualmente está em segurança e que não pode ser utilizado contra uma cidade como Seul", afirmou durante a manhã o presidente americano.
A primeira reunião deste tipo aconteceu em 2010 em Washington e tinha como objetivo impedir que o plutônio ou urânio altamente enriquecido caíssem nas mãos de terroristas. Desde então, vários países, incluindo Cazaquistão, México e Ucrânia, transferiram material nuclear para áreas seguras.
Além dos representantes de 53 países, a reunião de cúpula também tem as participações da Interpol e de outras organizações internacionais.
A abertura oficial aconteceu com um jantar de trabalho comandado pelo presidente sul-coreano Lee Myung-bak.
Em um comunicado, os organizadores saudaram "avanços substanciais" realizados desde a primeira reunião.
"Milhares de libras de material nuclear foram retiradas das instalações no mundo, material potencialmente letal que atualmente está em segurança e que não pode ser utilizado contra uma cidade como Seul", afirmou durante a manhã o presidente americano.
A primeira reunião deste tipo aconteceu em 2010 em Washington e tinha como objetivo impedir que o plutônio ou urânio altamente enriquecido caíssem nas mãos de terroristas. Desde então, vários países, incluindo Cazaquistão, México e Ucrânia, transferiram material nuclear para áreas seguras.






