Agentes terão que deixar Serviço Secreto dos EUA por escândalo sexual

Em Washington

Três agentes deixarão o Serviço Secreto dos Estados Unidos por causa de um escândalo sexual em que se envolveram na Colômbia e que arranhou a imagem da agência de proteção presidencial de elite, segundo um comunicado oficial divulgado nesta quarta-feira (18).

Um funcionário de "supervisão" se aposentará sob o pretexto de que agentes tiveram relações com prostitutas, outro foi informado que será demitido e um terceiro funcionário "não supervisor" renunciou ao cargo, afirmou Paul Morrissey, do departamento encarregado do serviço secreto e de Assuntos Públicos e de Governo.

Morrissey disse que a investigação sobre o suposto escândalo ainda estava no começo e que outros oito agentes estão sob investigação, em um processo que incluiu o uso de um detector de mentiras.

Onze agentes e pelo menos 10 militares, entre os quais estão membros das forças especiais do Exército e dos Marines, foram acusados de levar prostitutas a um hotel no balneário colombiano de Cartagena, onde o presidente americano, Barack Obama, participava da Cúpula das Américas na semana passada.

"Exigimos que todos os nossos funcionários estejam dentro dos mais elevados padrões profissionais e éticos e estamos comprometidos com uma revisão completa deste assunto", disse Morrissey.

Especificamente, um funcionário teve permissão para se afastar do Serviço Secreto e outro deu entrada em sua aposentadoria.

Um terceiro funcionário foi informado que seria demitido, mas cumpre aviso prévio de 30 dias e pode solicitar aconselhamento legal, destacou o comunicado.



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