Mercados em NY devem abrir em queda após dados da China
Segundo dados que saíram de madrugada, o superávit comercial da China caiu em julho para US$ 25,1 bilhões, de US$ 31,7 bilhões no mês anterior, em mais um sinal da desaceleração do crescimento do gigante asiático. Economistas previam um superávit consideravelmente maior, de U$ 35,2 bilhões.
Além disso, as exportações e importações chinesas cresceram apenas 1% e 4,7%, respectivamente, em relação ao mesmo mês do ano passado, frustrando expectativas de ganhos mais robustos, de 8% e 7%.
O último indicador da China alimentou ainda mais a visão de que o banco central chinês (PBOC, como é conhecido pela sigla em inglês) voltará a relaxar a política monetária para estimular o crescimento.
Os futuros em Nova York mal reagiram aos dados sobre os preços dos bens importados pelos EUA, que caíram 0,6% em julho ante o mês anterior, marcando o quarto mês consecutivo de queda, segundo o Departamento de Trabalho.
No pré-mercado, as ações do Yahoo! caíam 4,7% depois de a empresa dizer que sua recém-nomeada executiva chefe, Marissa Mayer, pretende rever, entre outras coisas, um plano de devolver aos acionistas quase todos os recursos levantados com a venda da participação no Alibaba. Já a J.C. Penney recuava 12% após anunciar um prejuízo maior do que o esperado e receita abaixo das expectativas.
Por outro lado, o Goldman Sachs mostrava um ligeiro ganho de 0,1% depois de o Departamento de Justiça dos EUA, após um ano de investigações, afirmar que não fará acusações formais contra o banco por fraudes financeiras relacionadas com a crise hipotecária norte-americana.
O clube inglês de futebol Manchester United estreia nesta sexta-feira na Bolsa de Nova York (NYSE) depois de precificar sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) a US$ 14,00 por ação, abaixo da faixa pretendida de US$ 16,00 a US$ 20,00 por ação. No preço em que será lançado o IPO, o Manchester United terá capitalização de mercado próxima de US$ 2,3 bilhões. As informações são da Dow Jones.






