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Mourão diz que atentado contra Bolsonaro causou distúrbio na área intestinal

Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, durante viagem a São Paulo - Romério Cunha/Vice-Presidência da República
Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, durante viagem a São Paulo Imagem: Romério Cunha/Vice-Presidência da República

Gustavo Côrtes

Do Estadão Conteúdo, em Brasília

14/07/2021 13h51Atualizada em 14/07/2021 14h24

O vice-presidente Hamilton Mourão disse que a internação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na madrugada desta quarta-feira (14) no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, se deve a problemas intestinais. "Ele está bem", afirmou em conversa com jornalistas ao deixar a vice-presidência. Segundo ele, o problema estaria associado ao atentado sofrido por Bolsonaro em 2018, durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG), onde levou uma facada de um opositor. "O intestino teve que ser todo refeito e volta e meia um alimento causa uma certa constipação", disse o vice.

Nas últimas semanas, Bolsonaro vinha apresentando soluços constantes. Na quarta-feira (7), em entrevista à rádio Guaíba, o presidente abordou o assunto. "Peço desculpa a todos que estão me ouvindo, porque eu estou com soluço já tem cinco dias. Eu fiz uma cirurgia para implante dentário no sábado, já aconteceu comigo no passado, talvez, em função dos remédios que eu estou tomando, eu estou 24 horas por dia com soluço", disse. Em transmissão ao vivo nas redes sociais na quinta-feira (8), o quadro de soluço persistia.

Hoje, na agenda oficial do presidente, estava previsto um encontro, às 11h, com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. A reunião seria realizada na sede do STF e foi proposta e articulada por Fux com o objetivo de apaziguar o ambiente entre os Poderes. No entanto, devido ao estado de saúde de Bolsonaro, foi preciso cancelar o encontro.