Forças da UA assumem controle total de importante cidade somali
Nairóbi, 28 mai (EFE).- Forças da Missão da União Africana na Somália (Amisom), apoiadas pelo Exército da Somália, assumiram o controle total da localidade somali de Afgoye, a cerca de 30 quilômetros de Mogadíscio, e com a estrada que a une à capital, dominada pelos rebeldes islâmicos de Al Shabab.
Segundo um comunicado da UA enviado aos meios de comunicação, um contingente de soldados burundineses da Amisom assumiu o controle do mercado de Elasha Biyaha, a última área da cidade que estava sob domínio dos radicais islamitas de Al Shabab.
O sucesso da operação militar, que se prolongou durante uma semana, permitiu a livre circulação de cidadãos entre Afgoye e Mogadíscio e o acesso à área das agências de ajuda humanitária, que Al Shabab tinha proibido até agora.
O representante especial do presidente da Comissão da União Africana (SRCC, na sigla em inglês) na Somália, Boubacar Gaoussou Diarra, agradeceu às tropas pelo sucesso da operação militar.
Al Shabab, que controla regiões do centro e sul da Somália, combate o internacionalmente respaldado Governo Federal de Transição somali, as forças multinacionais da Amisom e, desde o começo do ano, também ao Exército da Etiópia a fim de instaurar um Estado muçulmano de corte wahhabista no país.
Segundo um comunicado da UA enviado aos meios de comunicação, um contingente de soldados burundineses da Amisom assumiu o controle do mercado de Elasha Biyaha, a última área da cidade que estava sob domínio dos radicais islamitas de Al Shabab.
O sucesso da operação militar, que se prolongou durante uma semana, permitiu a livre circulação de cidadãos entre Afgoye e Mogadíscio e o acesso à área das agências de ajuda humanitária, que Al Shabab tinha proibido até agora.
O representante especial do presidente da Comissão da União Africana (SRCC, na sigla em inglês) na Somália, Boubacar Gaoussou Diarra, agradeceu às tropas pelo sucesso da operação militar.
Al Shabab, que controla regiões do centro e sul da Somália, combate o internacionalmente respaldado Governo Federal de Transição somali, as forças multinacionais da Amisom e, desde o começo do ano, também ao Exército da Etiópia a fim de instaurar um Estado muçulmano de corte wahhabista no país.






