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19/05/2007 - 09h36
Equipe do DHPP vai investigar assassinato de jornalista
São Paulo - Treze dias depois do assassinato do jornalista Luiz Carlos Barbon Filho, em 5 de maio último, na cidade de Porto Ferreira, no interior paulista, o departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária, encaminhou ontem uma equipe especializada que irá auxiliar a Delegacia de Investigações Gerais, da Delegacia Seccional de São Carlos, nas investigações.Autor das denúncias sobre o envolvimento de empresários e políticos que aliciavam menores em festas realizadas numa chácara às margens do Rio Mogi Guaçú, no anos de 2003, Barbom era um profissional dedicado ao jornalismo investigativo e bombástico. Dias após aquela denúncia, vereadores e empresários que promoviam as orgias foram presos, mas todos foram liberados. O único que continua na cadeia é um garçom que trabalhava nessas festas e que, segundo a denúncia, seria quem levava seria que levava adolescentes ao local. O jornalista foi executado com tiros por dois homens que estavam em uma motocicleta. Ele se encontrava em frente a um bar, conversando com um amigo. Testemunha do crime, a viúva citou, em seu depoimento à polícia, nomes de alguns suspeitos, mas até o momento ninguém foi preso. Oswaldo Faustino

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