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COMUNICAR ERROO caso é considerado raro, mas o óbito de Paulo Homem é o segundo deste ano no Estado de São Paulo. A primeira morte ocorreu na capital paulista, em janeiro, e outro caso de óbito na mesma cidade está sob investigação. No Brasil foram registrados três mortes por doença viscerotrópica aguda desde 2000. A primeira ocorreu em Campinas, no interior de São Paulo.
A coordenadora de imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Helena Sato, afirmou que a doença não pode ser computada na estatística de morte por febre amarela (contaminada por vírus silvestre), que já provocou dois óbitos neste ano no Estado - em Cravinhos e em São Carlos. No País, segundo dados do Ministério da Saúde, já ocorreram 45 casos de febre amarela neste ano, sendo 25 com óbito - dois deles em São Paulo.
"A doença viscerotrópica aguda não é desconhecida da literatura médica, é um caso extremamente raro e os estudos realizados até agora apontam que a causa da morte não é a vacina, que é o instrumento mais seguro de combater a febre amarela e deve continuar sendo aplicada no Brasil e no mundo", disse Helena. Ela informou que o risco de ocorrer morte por reação à vacina da febre amarela é de um caso a cada 1 milhão a 2 milhões de doses aplicadas.
Brás Henrique

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