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COMUNICAR ERROO estudo feito por Kahn ajuda a secretaria a definir quais as políticas de segurança influem na redução desse tipo de crime. A meta do Estado é fazer o índice ficar abaixo dos 10 homicídios por 100 mil habitantes por ano, barreira acima da qual, segundo a organização Mundial da Saúde (OMS), os homicídios podem ser equiparados a uma epidemia. Atualmente, o Estado conta 10,5 casos por 100 mil habitantes - na capital paulista esse índice é de 14 por 100 mil.
Para alcançar essa meta, o secretário da Segurança Pública, Ronaldo Bretas Marzagão, defendeu a continuidade da ênfase dada pela polícia às apreensões de armas e drogas. "Essa ênfase vai continuar", disse. "Assim como vamos ampliar o uso da inteligência policial e manter a política de encarceramento. Não basta esclarecer o crime. É preciso prender o criminoso", disse. Marzagão aposta ainda nos programas de inclusão social, como o Virada Social, usados em áreas de risco, como o Parque São Rafael, zona leste de São Paulo, e o Jardim Eliza Maria, zona norte.
A análise da secretaria mostra que a queda dos homicídios é ampla no Estado. Ela atinge mais de 500 de seus 648 municípios. Entre os 99 que registravam os maiores números absolutos em 2001, as quedas foram desde os 10% registrados por Piracicaba até o índice de redução recorde de 91% em Porto Feliz - de 11 homicídios, registrou apenas 1 assassinato em 2007. Há ainda surpresas na lista, como o de Taboão da Serra, Grande São Paulo, que teve redução de 82,4%, transformando seus 125 casos anuais em 22.
"Correlação não significa causa, mas é notável a queda dos homicídios onde houve redução das apreensões de armas feitas pela polícia sem que ocorresse diminuição das blitze da PM", afirmou Kahn. As informações são do Jornal da Tarde.
AE

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