

IMPRIMIR
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COMUNICAR ERROEm contrapartida, houve aumento das cidades em consideradas em situação satisfatória: de 53,8% em 2007, para 57,8% neste ano. O número das cidades classificadas em estado de alerta manteve-se estável: 36,2% em 2007, e 35,8% em 2008. Apesar do desempenho um pouco melhor no levantamento este ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou que cidades redobrem os cuidados para o combate ao mosquito.
O desempenho do Rio em relação ao ano passado melhorou (de 3,7% para 2,9%), mas ainda está longe de ser considerado ideal. A cidade ainda está em estado de alerta e, em alguns bairros, o índice de infestação chega a 10,8%. Para Fabiano Pimenta, da Secretaria de Vigilância em Saúde, um outro local foco de grande preocupação é a Baixada Fluminense, sobretudo São Gonçalo.
Além do Rio e Baixada, Pimenta cita ainda necessidade de concentrar atenção de combate à doença em Salvador e Itabuna. No Estado de São Paulo, a cidade que mais preocupa é São Sebastião. O Liraa na cidade foi de 2,8%. Outras duas cidades em São Paulo estão em estado de alerta: Piracicaba (com 1,3%) e Ribeirão Preto (1,1%). Apesar dos indicadores, Pimenta afirma ser possível reduzir de forma significativa o número de criadouros do mosquito até janeiro, quando tradicionalmente o número de casos ganha força.
O Liraa começou a ser usado no País em 2004. O levantamento faz uma análise da quantidade de criadouros por domicílios analisados. O índice considerado aceitável é de 1 criadouro até 100 casas visitadas. Cidades que apresentem percentual de até 3,4% são consideradas em situação de alerta. Acima desse percentual, é considerada situação de risco.

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