

IMPRIMIR
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COMUNICAR ERROAssim, já haveria três confissões, segundo a própria polícia. A promotora Eliana Passarelli, do Ministério Público Militar, acompanhou as declarações. A promotora explicou que os PMs justificaram o crime dizendo que tentavam acabar com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), que segundo os suspeitos "teria matado um colega de farda". As investigações começaram em maio de 2007, depois que quatro cadáveres apareceram decapitados em diferentes terrenos baldios.
Com o auxílio da Corregedoria da PM, descobriu-se que quatro policiais presos em 13 de janeiro conduziam a viatura naquela noite. São eles: Rodolfo da Silva Vieira, Moisés Alves dos Santos, Joaquim Aleixo Neto e Anderson dos Santos Sales. Os nomes dos outros presos não foram divulgados. Segundo investigadores ouvidos pelo Jornal da Tarde, o grupo agia sempre da mesma forma: as vítimas desapareciam e eram encontradas decapitadas em diferentes locais - uma forma de dificultar a identificação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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