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COMUNICAR ERROSegundo operadores, o petróleo ainda sente os efeitos dos dados divulgados ontem nos EUA, que revelaram um aumento na taxa de desemprego do país para o nível mais alto desde agosto de 1983, reforçando os temores de desaquecimento na demanda por combustíveis. Segundo analistas do Barclays Capital, a consolidação dos preços no curto prazo, motivada por fatores macroeconômicos negativos, deve anteceder um período de alta no valor do barril.
"Levando em consideração o ajuste nos fundamentos e as ações da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), esperamos que os preços se consolidem entre US$ 65 e US$ 75 antes do movimento decisivo para entre US$ 75 e US$ 85", afirmaram. As informações são da Dow Jones.

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