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COMUNICAR ERRONo dia 10 de novembro um colégio eleitoral ainda menor escolherá a lista tríplice, que será enviada ao governador José Serra (PSDB). Tradicionalmente é escolhido o mais votado. O 25º reitor da USP será empossado no fim de novembro, quando termina o mandato de Suely Vilela.
Este ano, no entanto, pode ser o último em que a universidade elege seu gestor com um processo considerado por muitos como ultrapassado e pouco democrático. Os oito candidatos ao cargo prometeram mudanças para as eleições que escolherão seu sucessor, em 2013. Mas nenhum deles defende diretamente as eleições paritárias, ou seja, que os votos de todos tenham o mesmo peso.
Na escolha do reitor das duas outras universidades estaduais paulistas, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp), todos têm direito a voto. Porém, o peso dos votos de professores corresponde a três quintos do total, enquanto o de alunos e funcionários, a um quinto cada um.
Boicote
Do total de eleitores, hoje 165 são alunos (98 de graduação e 67 de pós), 69 são funcionários e cerca de 1.650 professores. Eles foram eleitos ou indicados em suas unidades para fazer parte de órgãos deliberativos da instituição, como comissões e congregações. O Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) propôs aos funcionários com direito à voto o boicote à eleição.
O Diretório Central dos Estudantes (DCE) também aconselhou aos alunos eleitores o boicote. O DCE pretende organizar um abaixo-assinado e realizar manifestações hoje em várias unidades da USP. As duas entidades querem articular uma grande manifestação no segundo turno, em novembro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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