

IMPRIMIR
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COMUNICAR ERRO"Não há diferença entre as posições indiana e chinesa sobre a promoção dos interesses das nações em desenvolvimento", afirmou o ministro de Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh. Os dois países também querem intensificar a colaboração em áreas como eficiência energética, energia renovável e limpa, agricultura sustentável e reflorestamento.
Nações de todo o mundo tentarão chegar a um acordo para combater o aquecimento global na conferência que será realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro na capital da Dinamarca. O novo pacto deve substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.
Emergentes como Índia, China e Brasil estão sendo cada vez mais pressionados pelos países desenvolvidos para traçar metas para conter a emissão de gases que provocam o efeito estufa. No pacto assinado hoje as duas nações asiáticas reafirmam, contudo, que os países desenvolvidos deveriam tomar a frente na redução de suas emissões e fornecer ajuda financeira e tecnológica para que os mais pobres cortem suas emissões.
De acordo com o site do governo da Índia, a emissão de gases per capita do país é de 1,1 tonelada por ano, ante 20 toneladas nos Estados Unidos e 10 toneladas na União Europeia (UE). China e EUA respondem por 20% das emissões de gases, seguidos pela UE, com 14%. Índia e Rússia contribuem com 5% cada. As informações são da Dow Jones.

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