

IMPRIMIR
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COMUNICAR ERRODurante o dia, o dólar comercial chegou a apresentar alta de 0,75%, a R$ 1,738 no mercado interbancário de câmbio. Na BM&F, a moeda à vista avançou 0,75% mais cedo, para R$ 1,737, mas chegou a cair 0,05% perto das 16 horas, para R$ 1,7242, para fechar na sequência em estabilidade. O Banco Central (BC) fez o leilão de compra da moeda das 12h30 às 12h40, fixando a taxa de corte em R$ 1,7344.
O avanço das cotações no começo do dia foi sustentado por expectativas sobre eventuais novas medidas do governo para o câmbio. Também pesaram as quedas das bolsas asiáticas e europeias, em meio a dados mistos divulgados na China. Embora a economia chinesa tenha registrado um crescimento de 8,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre deste ano, o resultado ficou abaixo do esperado no mercado. Além disso, há receio entre os investidores em relação ao desmonte, no país, das medidas econômicas de enfrentamento da crise.
A recuperação do euro no começo da tarde, em sintonia com a melhora das Bolsas de Nova York, provocou ajustes de posições cambiais. Segundo o operador Mário Battistel, da Fair Corretora, apesar de o dólar ter devolvido os ganhos no final do dia, os investidores seguem em alerta para eventual nova medida no câmbio. Isso porque o presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, vai se reunir com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para tentar convencê-lo a cobrar o IOF na saída - e não na entrada - de dólares no País.
Pela manhã, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou que, por enquanto, nada será mudado na cobrança do IOF. Segundo ele, "é muito cedo para se pensar em mudar um instrumento que acabou de ser implementado".
Em Nova York, os investidores reagiram mal aos dados fracos sobre os pedidos de auxílio-desemprego dos EUA. Porém, as divulgações de balanços trimestrais positivos por empresas como Merck, Travelers, AT&T e McDonald's acabaram determinando a alta nas Bolsas e a queda no dólar. O Departamento de Trabalho dos EUA também divulgou que o número de norte-americanos que solicitaram pela primeira vez o auxílio-desemprego aumentou em 11 mil na semana encerrada em 17 de outubro, contrariando a previsão de analistas, que esperavam declínio de 4 mil.
O índice de indicadores econômicos antecedentes dos EUA, medido pelo Conference Board, subiu 1,0% em setembro, depois do aumento revisado de 0,4% registrado em agosto. Economistas previam, em média, aumento de 0,8%. A alta originalmente anunciada para agosto havia sido de 0,6%.

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