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23/10/2009 - 17h00

Bolsas de NY seguem em baixa, com poucos negócios

Nova York - As Bolsas dos Estados Unidos seguem em baixa, mas acima das mínimas atingidas nesta tarde, quando as ações ligadas à energia e a matérias-primas foram pressionadas pelo declínio das commodities. O volume negociado, no entanto, é relativamente baixo. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse, na sigla em inglês), cerca de 3,1 bilhões de ações haviam trocado de mãos, o que deverá deixar o volume abaixo de sua média diária, de cerca de 6 bilhões de ações.

Os declínios ocorrem apesar de um aumento acima do esperado na venda de imóveis usados no mês passado nos EUA. As vendas de imóveis usados cresceram 9,4%, segundo a Associação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR, na sigla em inglês), enquanto os analistas previam aumento de 5,5%. Os balanços da Microsoft e da Amazon.com também ficaram acima das expectativas.

Às 16h40 (de Brasília), o índice Dow Jones estava em queda de 1,06%, a 9.974 pontos. O indicador chegou a 10.109 pontos na máxima e cedeu a 9.944 pontos na mínima do dia. American Express liderava as baixas, recuando 5,21%, apesar de seu lucro e de sua receita terem ficado acima do esperado. A Microsoft registrava o maior avanço no Dow Jones, subindo 5,49%, após a gigante do software ter anunciado ontem lucro e receita acima do previsto pelos analistas. O índice S&P 500 cedia 1,16% e o Nasdaq estava em baixa de 0,36%. Todos os setores representados no S&P caíam, puxados por energia (queda de 2,2%) e matérias-primas (baixa de 2%).

A movimentação das ações hoje acompanha a queda nos preços do petróleo, atribuída aos temores de que o mercado teria exagerado na perspectiva de crescimento global. No Reino Unido, o Escritório Nacional de Estatísticas informou que a economia britânica registrou o sexto trimestre consecutivo de contração entre julho e setembro. As informações são da Dow Jones.

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