

IMPRIMIR
ENVIAR POR EMAIL
COMUNICAR ERROO humor dos investidores foi minado pelos dados mais fracos que o esperado das vendas de imóveis residenciais novos e de encomendas de bens duráveis nos Estados Unidos. Como há dúvidas em relação ao vigor da recuperação da economia do país, houve um reforço das posições defensivas em dólar, disse o operador Felipe Brandão, da Icap Brasil.
No leilão realizado hoje, o Banco Central (BC) comprou dólar com taxa de corte de R$ 1,7419. Após essa atuação, as cotações à vista ampliaram os ganhos. Pela manhã, o BC divulgou que o fluxo cambial acumula ingresso líquido de US$ 12,842 bilhões em outubro até a última sexta-feira. Os números mostram um cenário bastante diferente do observado em igual período de outubro de 2008, quando US$ 3,177 bilhões deixaram o País, em meio ao agravamento da crise financeira internacional.
Ainda de acordo com o BC, a média diária de ingresso de dólares para operações financeiras no Brasil despencou 73% após o início da taxação do capital estrangeiro com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A média diária de entrada líquida no fluxo financeiro entre os dias 20 e 23 de outubro ficou em US$ 248 milhões, valor que corresponde a cerca de um quarto da média observada em outubro até o dia 19. A alíquota de 2% passou a valer em 20 de outubro.
No mercado internacional, a moeda norte-americana ganhou sustentação nos fracos indicadores norte-americanos divulgados hoje. Mais cedo, o Departamento do Comércio dos EUA informou que as encomendas de bens duráveis subiram 1% em setembro. Já as vendas de imóveis residenciais novos caíram 3,6% em setembro.

IMPRIMIR
ENVIAR POR EMAIL
COMUNICAR ERRO