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A investigação, iniciada em fevereiro, apontou ainda que parte dos supostos envolvidos tramavam ocultar indícios materiais, o que levou o MPF e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) a pedirem as prisões temporárias, consideradas imprescindíveis, de seis pessoas ligadas à associação.
O juiz Heraldo Garcia Vitta decretou, então, as prisões de Joseph Saab, que é presidente da Associação Hospitalar há 14 anos; Marcelo Saab, dentista, filho do presidente; Vladmir Scarpp, superintendente e diretor financeiro; Samuel Fortunato, diretor técnico e responsável pelo setor de compras; o conselheiro Célio Parisi e Maria Lúcia Lopes Saab, supervisora de serviço de apoio.
Procuradores, promotores e a Polícia Federal (PF) prosseguem com as investigações. Informações serão compartilhadas com o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) e com a Secretaria de Estado da Saúde. São investigadas também outras formas de desvio, como duplicidade na cobrança dos atendimentos médicos do SUS (há casos de procedimentos pagos três ou mais vezes) e fraudes na aquisição de medicamentos e próteses.

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