

IMPRIMIR
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COMUNICAR ERROUma série de dados foram divulgados nesta manhã, às 10h30. Os gastos pessoais dos norte-americanos caíram 0,5% em setembro ante agosto, o maior declínio desde dezembro do ano passado, enquanto a renda pessoal ficou estável, ambos em linha com o previsto. O núcleo do índice de preços para gastos com consumo (PCE) subiu 0,1%, abaixo da alta de 0,2% prevista. Além disso, o custo da mão de obra aumentou 0,4% no terceiro trimestre ante o segundo, um pouco abaixo da alta de 0,5% estimada. A agenda de indicadores ainda tem como destaque hoje o índice de atividade dos gentes de compra de Chicago em outubro, às 11h45.
"Com o PIB já tendo passado, todos os olhos vão se voltar para a reunião do comitê de política monetária do Fed e para o debate acerca do expressão 'período estendido' no comunicado do comitê", disse o estrategista Jim Reid, do Deutsche Bank. Referindo-se à volatilidade desta semana, o diretor global de estratégias com ações do HSBC, Garry Evans, disse que muitos gestores de fundos tornaram-se "compradores relutantes", por causa do impulso do mercado, e agora buscam razões para vender os papéis. "A parte mais fácil do rali já acabou, mas ainda vemos espaço para alta durante os próximos seis a nove meses", afirmou ele em nota para clientes.
No campo corporativo, destaque para a Chevron. A petroleira anunciou queda de 51% de seu lucro no terceiro trimestre, para US$ 3,83 bilhões, mas o resultado superou a previsão de analistas. Genworth Financial, seguradora com posições em hipotecas, registrou seu primeiro lucro em quase dois anos, de US$ 19 milhões no terceiro trimestre. Sua receita cresceu 10%, para US$ 2,39 bilhões. As informações são da Dow Jones.

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