

IMPRIMIR
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COMUNICAR ERROCom isso, os planos do Departamento do Tesouro dos EUA para a Chrysler sofreriam uma reviravolta. Segundo os especialistas citados pelo relatório do GAO, a participação pequena do governo na montadora poderia levar as autoridades do Tesouro norte-americano a preferir esta opção. O Departamento do Tesouro dos EUA detém 9,85% da Chrysler e 60,8% da GM.
O relatório cita ainda que a GM e a Chrysler teriam de "crescer substancialmente" para que o governo norte-americano recuperasse todo o dinheiro injetado nas duas companhias. O Tesouro dos EUA concedeu empréstimos de aproximadamente US$ 49,5 bilhões para a GM e de US$ 12,5 bilhões para a Chrysler. O valor de mercado da GM teria de atingir US$ 66,9 bilhões para que o Tesouro, ao vender sua participação, recuperasse - sem lucros - o dinheiro emprestado à montadora. Em 2000, a GM registrou seu pico de capitalização de mercado, de US$ 57 bilhões, segundo o relatório.
No caso da Chrysler, o valor de mercado teria de alcançar US$ 54,8 bilhões. Em 1997, último ano em que a montadora foi negociada em bolsa, a Chrysler conseguiu uma capitalização de mercado de entre US$ 23,1 bilhões e US$ 31,7 bilhões. No ano seguinte, quando ocorreu a fusão com a Daimler, a companhia passou a ser avaliada em US$ 37 bilhões. Os especialistas do GAO também demonstraram preocupação com o declínio no número de funcionários do Departamento do Tesouro dedicados à supervisão dos investimentos na GM e na Chrysler. As informações são da Dow Jones.

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