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COMUNICAR ERROSegundo a Polícia, cinco empresas em conluio se apresentavam para o processo, mas apenas uma delas tinha condições ideais. Entre as demais, uma pedia valores altos para realizar as obras, a outra apresentava a documentação irregular e as restantes simplesmente desprezavam o convite. Os perdedores recebiam até R$ 15 mil para encenar a farsa. Segundo a investigação, caso um empresário honesto vencesse, os fraudadores cooptavam fiscais para embargar a obra e provocar outra licitação.
"O grupo atuava há três anos e documentos apreendidos hoje apontam que o prejuízo aos cofres públicos foi bem maior", disse o delegado coordenador do Núcleo de Combate a Corrupção e Lavagem de Dinheiro, Flávio Porto. Ele adiantou que 12 pessoas devem ser indiciadas nos próximos dias pelos crimes contra a administração pública, fraudes em licitações, formação de quadrilha e corrupção ativa.
Ninguém foi preso hoje. Apenas um técnico de planejamento da Polícia Civil foi apontado como agente público facilitador da quadrilha.

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