UOL Últimas NotíciasUOL Últimas Notícias
UOL BUSCA

Selo
Selo
ARQUIVOS

 Brasil

26/09/2006 - 14h29
Alckmin classifica pesquisa CNT/Sensus como "escandalosa"

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato da coligação PSDB-PFL à Presidência da República, Geraldo Alckmin, classificou nesta terça-feira de "escandalosa" a pesquisa CNT/Sensus, que deu 51,1 por cento das intenções de voto ao presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva, com vitória no primeiro turno.

"Só falo de coisa séria. Isso é escandaloso. Anote o número hoje e confira o resultado no domingo. Aí você vai ter a resposta", disse Alckmin, antes de conceder entrevista para correspondentes estrangeiros.

Alckmin apresentou números de alguns Estados em que está à frente para demonstrar que as pesquisas não acompanham a dinâmica do eleitorado.

"Estamos em processo de mudança. A pesquisa publicada hoje já é velha porque retrata ontem. As mudanças são tão fortes que os institutos não pegam", declarou.

O candidato voltou a dizer que a investigação sobre a tentativa de compra do dossiê por pessoas ligadas ao PT não pode acompanhar o calendário eleitoral.

"A velocidade que se teve para violar o sigilo bancário de gente pobre não se repete agora para elucidar crimes graves", disse Alckmin, referindo-se ao caseiro Francenildo Costa, que teve seu sigilo bancário quebrado no caso envolvendo o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.

Alckmin espera que não haja interferência política nas investigações, mas considerou estranha a demora. "Já se passaram 12 dias e não houve quebra de sigilo bancário, telefônico ou fiscal de nenhum dos envolvidos", afirmou.

(Por Mair Pena Neto)

ÍNDICE DE ÚLTIMAS NOTÍCIAS  IMPRIMIR  ENVIE POR E-MAIL

Folha Online Brasil
Câmara se prepara para livrar acusados de mau uso de verba
Folha Online Cotidiano
Justiça suspende lei que isenta estacionamento em shoppings
Vestibular
Cotista tem nota parecida com de não-cotista aponta Unifesp
UOL Empregos
Metrô de São Paulo seleciona profissionais para formação de um cadastro de reserva
UOL News Brasil
Ministra Marina Silva entregou os pontos, analisa Lucia Hippolito