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30/10/2009 - 13h04

OMS destaca segurança de vacinas contra gripe A

Da Efe

 Todas as vacinas contra a gripe A atualmente disponíveis são seguras e podem ser administradas em mulheres grávidas, informou o grupo de especialistas em imunização que assessora a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

A diretora de Pesquisas de Vacinas da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que o grupo de cientistas comprovou a segurança das vacinas produzidas por diferentes laboratórios e sob diferentes métodos.

 

AFP
Em evento à imprensa, a OMS assegurou nesta sexta-feira (30) que todas as vacinas contra o H1N1 disponibilizadas até o momento são seguras para a saúde
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"Todos os relatórios mostram que o protocolo de segurança é bom, muito similar ao da vacina para a gripe estacional. E não há nada de especial sobre efeitos adversos", disse a especialista, em uma entrevista coletiva.

 

Além disso, disse que os mesmos especialistas determinaram que uma dose da vacina é suficiente e que ela pode ser administrada em crianças a partir dos seis meses de idade.

 

Em alguns países, as crianças são consideradas um grupo de alto risco, assim como as mulheres grávidas, os funcionários do setor sanitário e as pessoas que sofrem de alguns problemas crônicos de saúde.

 

Sobre a necessidade de as pessoas se vacinarem contra a gripe A e a estacional, Kieny disse que ambas as vacinas podem ser injetadas simultaneamente, já que o "o vírus da gripe comum segue circulando em certas áreas".

 

A OMS também atualizou hoje suas estatísticas sobre o número de casos confirmados da doença, que já chega a 440 mil, enquanto foram registradas 5.700 mortes em decorrência da gripe.

 

O organismo ressaltou que o número de casos reais deve ser muito maior, pois as autoridades nacionais deixaram de realizar os diagnósticos sistemáticos para cada caso há meses, especialmente quando se trata de pessoas que apresentam sintomas moderados, com acontece na grande maioria.

 

Por regiões, a América do Norte está registrando uma incidência elevada de casos. O México, concretamente, informou sobre "mais casos confirmados desde setembro que durante a pandemia da primavera (no hemisfério norte)", apontou a OMS.


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