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18/07/2007 - 03h21
Vítimas terão que ser identificadas por DNA e arcada dentária
São Paulo, 18 jul (EFE).- A maioria dos mais de 200 mortos
registrados no acidente de um avião da TAM em São Paulo terá que ser
identificada através de exames de DNA e da arcada dentária, disse
hoje a Polícia.
"Recuperamos corpos do avião e também de pessoas que estavam no
depósito atingido. Vamos precisar de uma identificação minuciosa com
testes de DNA e exames da arcada dentária", disse Aldo Galeano
Júnior, delegado da Polícia Federal, em declarações à Efe no local
da tragédia.
"Isso vai levar tempo. Por isso, é muito importante a atenção que
possamos dar às famílias, que assim poderão nos ajudar na
identificação", acrescentou.
A maior parte dos parentes das vítimas está em Porto Alegre, de
onde o avião saiu na terça-feira, com destino a São Paulo.
"Oficialmente não podemos descartar que existam sobreviventes.
Mas temos que trabalhar com dados concretos. O Instituto Médico
Legal recebeu 35 corpos", explicou.
Outras três pessoas que tinham sido resgatadas vivas do prédio da
TAM Express morreram em hospitais próximos.
Outras fontes informam que o número de corpos retirados dos
escombros chega a 42, inclusive as três vítimas que morreram no
hospital.
O avião da TAM levava 176 pessoas a bordo e saiu da pista de
aterrissagem, atravessando uma avenida para cair sobre um edifício
da TAM Express, sua filial de transporte de cargas.
Não está claro quantas pessoas estavam dentro do edifício nem
quantas podem ter morrido. O choque causou um incêndio que afetou
totalmente o avião.
As autoridades temiam que chamas e explosões de grande magnitude
alcançassem os próprios corpos de resgate. O avião continha cerca de
7 mil litros de combustível e o fogo recomeçou várias vezes após ser
apagado, explicaram os bombeiros.
Até o início da madrugada saía fumaça do local do acidente.
A TAM divulgou a lista definitiva das vítimas do avião. UOL Busca - Veja o que já foi publicado com a(s) palavra(s)

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