Pilotos da Spanair ameaçaram entrar em greve nesta quarta-feira (20), horas antes de acidente com o vôo 5022 da companhia no aeroporto de Barajas, em Madri (Espanha). Eles reclamavam que a empresa, que é subsidiária da transportadora escandinava SAS, não tem planos para se salvar da série de prejuízos que acumula. As informações são da agência Reuters.
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A SAS colocou a Spanair à venda em 2007. Mas, em meio a altas crescentes no preço do combustível e queda da demanda, tanto a concorrente Iberia quanto a companhia de viagem espanhola Marsans retiraram suas ofertas.
A transportadora escandinava perdeu US$ 80,8 milhões com a subsidiária espanhola no primeiro semestre deste ano, e tem planos para cortar 25% da capacidade e 1.062 postos de trabalho na Spanair.