GENEBRA (Reuters) - As taxas de infecção por HIV no Zimbábue caíram de 25 para 20 por cento da população nos últimos cinco anos, aparentemente devido ao maior uso de camisinhas e à redução no número de parceiros sexuais das pessoas, informou a agência Unaids nesta terça-feira.
Mas o Zimbábue, que tem uma população de quase 12,5 milhões de pessoas, continua possuindo uma das maiores taxas de HIV no mundo e as taxas de infecção podem voltar a crescer, informou a agência da Organização das Nações Unidas (ONU), com sede em Genebra.
"O Unaids vê a evidência do declínio como animador, mas salienta que o desafio agora é assegurar que a tendência de queda no Zimbábue seja sustentada", afirmou em um curto comunicado publicado no seu site, www.unaids.org.
A taxa de HIV em mulheres grávidas caiu de 24,6 por cento em 2002 para 21,3 por cento no ano passado, afirmou a Unaids.
O ministro da Saúde do país, David Parirenyatwa, atribuiu a queda nas taxas de infecções a mudanças de comportamento. Segundo ele, pesquisas têm demonstrado que encontros de sexo casual estão diminuindo, assim como casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
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