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Airbus A330-200 saiu do Rio de Janeiro com destino a Paris
A mudança no órgão francês veio à tona no momento em que as críticas ao trabalho de investigação das causas do acidente com o voo AF 447 são mais fortes. Desde seu primeiro pronunciamento após o acidente, Arslanian previu uma investigação "longa e difícil" e minimizou a importância do congelamento dos pitots - sondas cujos dados são essenciais para orientar a tripulação e os sistemas eletrônicos de navegação.
No dia 4, um estudo produzido por dois pilotos veteranos, Gérard Arnoux, também presidente do Sindicato de Pilotos da Air France, e Henri Marnet-Cornus, apontaram as falhas dos pitots como a única origem do acidente do Airbus A330. A acusação, que recebeu destaque na mídia francesa, também recriminava os órgãos de aviação civil por não terem tomado providências diante das falhas, recorrentes desde 2008, dos sensores feitos pela Thales Avionics.
Aposentadoria
No dia seguinte, a aposentadoria de Arslanian foi decidida. O "Estado" tentou em vão entrevistá-lo em diferentes oportunidades. Em seu lugar, a porta-voz do BEA, Marine Del Bono, respondeu ontem que as críticas e a substituição no comando do órgão não têm relação. "Não existe vínculo algum entre a decisão de Arslanian e o acidente. A lei francesa autoriza a aposentadoria aos 65 anos, idade que ele alcançou", justificou, reiterando: "O secretário dos Transportes pediu que ele continue colaborando nas investigações." As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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