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28/10/2004 - 19h00 Cardiologista comenta a morte do jogador Serginho Veja a entrevista em vídeo
Da Redação Desfibrilador portátil a postos, educação sanitária e exames periódicos para os atletas. Essas são as medidas necessárias para evitar a morte de mais desportistas, na opinião do cardiologista Costatino Costantini. "Temos que tirar uma lição com a catástrofe que aconteceu com o Serginho, do São Caetano", avalia Costantini. O zagueiro Serginho faleceu aos 30 anos vítima de uma parada cardiorrespiratória durante um jogo contra o São Paulo, comovendo todo o país. Médico responsável pelo artilheiro cardíaco Washington, do Atlético Paraense, Costantini alerta que o tempo é um fator fundamental na recuperação de um enfartado: "De nada adianta um desfibrilador (aparelho que faz o coração voltar a bater) se o atleta fica sem atendimento por um minuto". O diagnóstico rápido deve ser feito pelos próprios companheiros, que devem tomar o pulso de quem vai ao chão. Para tanto, os jogadores do Atlético Paranaense já assistem demonstrações anuais de procedimentos como massagem cardíaca e respiração boca-a-boca. "Assim como fizeram o Estatuto do Torcedor, deve haver um estatuto do jogador", acrescenta o especialista.
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